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Arquivos mensais: março, 2010

Deixa o cargo o diretor de política econômica do Banco Central do Brasil


O Banco Central do Brasil anunciou nesta quarta-feira que o diretor de política econômica do organismo, Mario Mesquita, renunciou e será substituído por Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, quem atualmente lidera a área de assuntos internacionais da instituição.

Mesquita que ocupava seu lugar desde março de 2007, era considerado amplamente um dos mais fortes defensores do regime de metas inflacionarias do Banco.

“O diretor Mario Mesquita esta deixando a direção de política econômica por motivos pessoais para se dedicar a novos projetos profissionais”, informou o Banco Central no seu site na internet. Mais

Advertem risco de uma bolha financeira no Brasil


Os analistas olham hoje o Brasil, com certa reserva. Acham que no mercado esta se formando uma bolha financeira. Preocupa o barulho eleitoral e o inicio do ciclo de aumento de taxas.

As ações de Brasil, tem lhe dado muitas alegrias aos investidores que se animaram em apostar pelo pais entre 2008 e 2009. No entanto, este ano a euforia se esta transformando em tensão. De fato, nas ultimas semanas os principais bancos de investimentos de Wall Street tem dado a conhecer informes nos que advertem que o bom momento dos papeis brasileiros poderia ter ficado para trás. Mais

Banco Central do Brasil vê consenso por necessidade de suba da taxa


 

Os conselheiros do Banco Central do Brasil, falaram que estão prontos para subir as taxas de juros, ainda no mês próximo, com o fim de conter as maiores pressões inflacionarias, no que poderia ser a primeira alta dos custos dos créditos em dois anos no Brasil.

O conselho do Banco Central disse nas minutas da reunião de política monetária passada, que tinha consenso sobre a necessidade de aumentar a taxa referencial de juros para reduzir o crescimento da demanda doméstica e deixa-la mas acorde com a expansão da oferta.

Ainda assim, a maioria dos funcionários do Banco Central decidiram esperar por mais evidencias de deterioro nos dados da inflação para tomar medidas no que diz respeito as taxas de juros.

 

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Atualidade macroeconômica no Brasil


A economia do Brasil crescerá segundo consenso de mercado um 5,5% este ano, liderada por uma suba do 8,79% no nível de produção. Em 2011 o faria numa taxa menor, de um 4,5%, se expandindo os níveis de produção um 5,0%.

Outras estimações privadas projetam uma taxa de crescimento de 5,0% para 2010 e 3,9% para 2011, entanto que a produção industrial o fará em 3,6% e 5,2% respectivamente.

Por outra parte, se espera que a taxa de inflação anual, poderá se colocar em 2010 levemente por cima da meta do governo, aproximadamente um 5,1%, entanto que para 2011 a mesma se colocara em 4,7%.

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Brasil prepara alta de taxas


Os conselheiros do Banco Central falaram que estão prontos para subir a taxa básica referencial de juros (Selic) no próximo mês, com o fim de conter as pressões inflacionarias, entanto que os dados de emprego, remarcam que a recuperação econômica e firme e forte para o país.

O conselho do Banco Central (conhecido como Copom) sinalizou nas minutas da reunião de política monetária que há um acordo explícito entre os membros para elevar a taxa de juros para reduzir o crescimento desproporcionado da demanda doméstica, e deixa-la mais acorde com a expansão da economia.

O mencionado comitê, na sua reunião da semana passada, decidiu manter a Selic no seu mínimo histórico de 8,75% por quinta sessão consecutiva. Mais

Banco central de Brasil poderia subir taxa básica


O Banco Central brasileiro diz nesta semana que seguramente vai elevar no mês de abril a taxa básica de juros de referencia, Selic, mesmo que vá continuar atento no seguimento da situação econômica para aplicar as medidas que correspondam no momento certo.

As minutas do encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) mantida na semana passada, o Banco Central falou que existe um “consenso entre os membros da comissão sobre a necessidade de adotar um ajuste na taxa de referencia” para manter o crescimento na par da demanda e frear a pressão inflacionaria. Mais

Banco Central do Brasil manteve a Selic por quinto mês consecutivo.


 

O Banco Central do Brasil manteve nesta quarta feira passada a taxa de juros referencial, Selic, pela quinta reunião consecutiva, numa votação dividida que deixa aberta a possibilidade de um ajuste monetário mais adiante.

O Comitê de política monetária do Banco, conhecido como Copom, decidiu deixar a taxa no seu mínimo histórico de 8,75% por cinco votos a favor e três em contra, no final de um encontro de dois dias.

Os três conselheiros que votaram em contra de manter a taxa sem mudança inclinaram-se por uma suba de 50 pontos básicos. Mais

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