Arquivos mensais: março, 2010
Postado por PMorales no 22 de março de 2010
A moeda de Brasil se depreciou pelo terceiro pregão consecutivo, no meio das preocupações de que os problemas de dívida soberana da zona do euro e as medidas do governo chinês para impedir bolhas de ativos.

Os índices de futuros das taxas de juros subiram logo após que as previsões da inflação para fim de ano aumentaram por nono pregão consecutivo em um relevamento do Banco Central do Brasil. Isto incrementou as expectativas de que o Banco Central vai subir no mês de abril a taxa de juros referencial, Selic, pela primeira vez em dois anos.
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Postado por PMorales no 19 de março de 2010
O Ministro de Planejamento, Paulo Bernardo Silva, descartou na quinta-feira que Brasil enfrente pressões inflacionarias que o obriguem a subir as taxas de juros.

Neste sentido o ministro considerou adequada a decisão do comitê de política monetária do Banco Central do Brasil (Copom) em manter inalterada a taxa referencial de juros Selic, em 8,75% um valor de mínimo histórico que já tem um bom tempo inalterado.
O comitê após dois dias de deliberação, tomou a decisão na quarta-feira e so anunciou a mesma logo após que os mercados locais fecharam, para evitar especulações imprudentes.
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Postado por PMorales no 18 de março de 2010
A queda do preço internacional de algumas matérias primas metálicas e do petróleo afetou do forma negativa a bolsa de São Paulo.

A Bolsa do Brasil, a Bovespa, principal referente no setor em São Paulo, finalizou seu pregão de hoje com uma perda marginal de 0,4%, após que o preço das matérias primas caiu, entanto que também o efeito foi causado pelo anuncio da quarta-feira do Banco Central sobre a Selic, que há de ser mantida, pelo menos até o mês de abril.
O Bovespa se colocou nas 69.697,33 unidades, registrando uma perda de 0,04% entanto que em Buenos Aires, o Merval fechou com movimentos na baixa, se colocando em 2,372. 87 pontos, o que representa uma perda de 0,40%, a bolsa argentina se viu prejudicada pela descida nos títulos das ações de empresas relacionadas com as matérias primas.
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Postado por PMorales no 17 de março de 2010
O Banco Central do Brasil manteve hoje estável em um 8,75% a taxa de juros referencial, Selic, pela quinta reunião consecutiva do seu comitê de política monetária, mais conhecido como Copom.

O Comitê votou dividido, com cinco votos a favor, e três contra de manter a taxa Selic no seu mínimo histórico após discutir o valor pelo prazo de dois dias inteiros.
Houve pouco consenso entre economistas e analistas sobre se o Banco Central decidiria subir agora a taxa ou pelo contrario, aguardar ate a próxima reunião de política monetária do Copom no mês de abril.
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Postado por PMorales no 16 de março de 2010
O real brasileiro se beneficiou quarta-feira do avanço do apetite pelo risco após a decisão da Reserva Federal dos Estados Unidos de deixar as taxas de juros estáveis por um longo tempo ainda, e fechou com ganhos de 0,11%.

A moeda brasileira cotou a 1,766 reais por dólar, num mercado que está a espera ainda da decisão de política monetária do Banco Central do Brasil, que tem programado anunciar o novo valor (no caso que seja decidido muda-lo) das taxas de juros no Brasil na quarta-feira logo após que os mercados financeiros fechem.
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Postado por PMorales no 15 de março de 2010
O volumoso ingresso de capitais que registra o país, não tem miras de se reduzir, muito pelo contrario, em vistas da Organização do Mundial de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos, se prevê que aumentem de forma substancial.

Advertem devido ao comportamento que se tem visto nos mercados ultimamente que o Brasil corre o risco de ser vítima de uma enorme bolha financeira.
A economia brasileira se converteu num grande centro de atenção dos economistas e investidores já faz muito tempo. Não por nada, ingressam neste país miles de milhões para realizar qualquer tipo de investimentos.
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Postado por PMorales no 12 de março de 2010
Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central, voltaram a elevar a estimação sobre o crescimento econômico do Brasil este ano, de 5,47% para 5,5% quando so um mês atrás a projeção foi de um 5,3%.

O boletim Focus, da autoridade monetária brasileira, elevou também suas previsões inflacionárias e as coloclou em 4,86% anual, contra os 4,80% estimados da semana passada e 4,6% projetado um mês atrás, indicou a agencia Brasil.
Entanto o prognostico de expansão da atividade industrial, o vaticínio dos analistas passou de 8,55% da semana passada para 8,41% neste relevamento. Mais