Arquivos mensais: junho, 2010
Postado por PMorales no 30 de junho de 2010
Na última semana, os especialistas do mercado financeiro subiram pela 15ª vez consecutiva a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano (de 7,06 para 7,13%).
A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é produzido a partir da pesquisa do BC com analistas do mercado financeiro.
A expansão de 7,13%, se confirmada no final de 2010, será a maior desde 1986. Para 2011, a previsão de crescimento econômico do mercado financeiro permaneceu estável em 4,5%.
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Postado por PMorales no 29 de junho de 2010
O fim dos impostos menores sobre veículos e eletrodomésticos, o aumento nas taxas de juros e os cortes feitos pelo governo em seus gastos fizeram com que a economia brasileira crescesse menos em abril.
A atividade econômica do país variou 8,8% no quarto mês do ano na comparação com o mesmo mês do ano passado.
O estudo do PIB mensal (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas do país), divulgado nesta segunda-feira (28) pela consultoria Serasa Experian, mostra que a variação é menor do que a registrada em março, quando o crescimento havia sido de 9,3% (a maior alta desde abril de 1995).
Postado por PMorales no 28 de junho de 2010
A projeção de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia este ano teve a 15º alta seguida. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 7,06% 7,13%. Para 2011, permaneceu em 4,50%.
Os dados constam do boletim Focus, publicação semanal do BC elaborada com base em projeções de analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.
Para o crescimento da produção industrial neste ano, a estimativa foi ajustada de 11,32% para 11,94%. Os analistas mantiveram a previsão para o próximo ano em 5%.
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Postado por PMorales no 26 de junho de 2010
O relatório de inflação, que será divulgado na quarta-feira deverá apresentar novas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, o indicador oficial), tanto no cenário de referência, com que trabalha o Banco Central, quanto no de mercado.
A avaliação é dos economistas do banco espanhol Santander, que consideram a austeridade como marca principal das próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) para trazer a inflação para dentro da meta.
Por isso mesmo, enquanto a maioria do mercado projeta uma taxa Selic de 12% em dezembro, o Santander aposta que os juros chegarão a 12,75% ao ano, passando logo em seguida para 13% em janeiro de 2011.
Postado por PMorales no 25 de junho de 2010
O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (25) a elevação de 42% para 43% da taxa sobre o depósito compulsório – o total de dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar em uma conta do BC – sobre as aplicações à vista. A medida serve para tirar dinheiro do mercado e ajudar a controlar o aquecimento da economia. 
A mudança vai aumentar o recolhimento de dinheiro do BC em R$ 1,6 bilhão, segundo o governo, e o impacto financeiro vai ocorrer no dia 7 de julho. Em fevereiro, o BC já tinha anunciado a retirada de R$ 71 bilhões do mercado.
O BC informou que a alíquota dos compulsórios vai continuar aumentando gradativamente: 44% em julho de 2012 e 45% em julho de 2014. Isso significa que cada vez mais grana sairá da economia brasileira no futuro.
Postado por PMorales no 24 de junho de 2010
O PIB brasileiro terá em 2010 a mais expressiva expansão dos últimos dez anos. O maior índice de crescimento, 6,1% em 2007, será superado este ano, devendo ficar em torno de 7%, segundo estimativas de analistas e do governo.
Vale citar que, caso o país conseguisse manter esse nível nos próximos dez anos o PIB dobraria no período. Um dos fatores preponderantes para o crescimento da economia brasileira tem sido o consumo das famílias.
Nos últimos anos a demanda vem se mantendo aquecida em parte por causa dos ganhos reais dos rendimentos de um grande contingente que se beneficia de programas da seguridade social, como o Bolsa Família, que só este ano conta com recursos que somam mais de R$ 13 bilhões, e os benefícios previdenciários, que só no início de 2010 teve um reajuste nominal de 10% frente a uma inflação ao consumidor de 4% em 2009.
Postado por PMorales no 23 de junho de 2010
A pesar do crescimento do volume de financiamentos em maio, o mercado de crédito no Brasil vive uma situação saudável. Na avaliação do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, "não há bolha de crédito".
A expansão dos financiamentos acontece em várias modalidades, com destaque especial para o setor imobiliário. "O prazo médio, que vinha caindo, voltou a subir, o que é uma boa notícia", explica Gonçalves.
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