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Arquivos mensais: junho, 2010

Previsão do PIB 2010 em 7,13%


Na última semana, os especialistas do mercado financeiro subiram pela 15ª vez consecutiva a estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano (de 7,06 para 7,13%). doubt

A informação foi divulgada pelo Banco Central (BC) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. O documento é produzido a partir da pesquisa do BC com analistas do mercado financeiro.

A expansão de 7,13%, se confirmada no final de 2010, será a maior desde 1986. Para 2011, a previsão de crescimento econômico do mercado financeiro permaneceu estável em 4,5%.

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Economia brasileira fica morna no mês de abril


O fim dos impostos menores sobre veículos e eletrodomésticos, o aumento nas taxas de juros e os cortes feitos pelo governo em seus gastos fizeram com que a economia brasileira crescesse menos em abril. noticia_12632120444b4b160c2502c

A atividade econômica do país variou 8,8% no quarto mês do ano na comparação com o mesmo mês do ano passado.

O estudo do PIB mensal (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas do país), divulgado nesta segunda-feira (28) pela consultoria Serasa Experian, mostra que a variação é menor do que a registrada em março, quando o crescimento havia sido de 9,3% (a maior alta desde abril de 1995).

Projeção de analistas tem 15ª alta consecutiva


jpmorgan_selicA projeção de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia este ano teve a 15º alta seguida. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 7,06% 7,13%. Para 2011, permaneceu em 4,50%.

Os dados constam do boletim Focus, publicação semanal do BC elaborada com base em projeções de analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.

Para o crescimento da produção industrial neste ano, a estimativa foi ajustada de 11,32% para 11,94%. Os analistas mantiveram a previsão para o próximo ano em 5%.

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Preços pressionam os juros


O relatório de inflação, que será divulgado na quarta-feira deverá apresentar novas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, o indicador oficial), tanto no cenário de referência, com que trabalha o Banco Central, quanto no de mercado. doubt

A avaliação é dos economistas do banco espanhol Santander, que consideram a austeridade como marca principal das próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) para trazer a inflação para dentro da meta.

Por isso mesmo, enquanto a maioria do mercado projeta uma taxa Selic de 12% em dezembro, o Santander aposta que os juros chegarão a 12,75% ao ano, passando logo em seguida para 13% em janeiro de 2011.

BC anuncia medida para retirar R$ 1,6 bi da economia


O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (25) a elevação de 42% para 43% da taxa sobre o depósito compulsório – o total de dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar em uma conta do BC – sobre as aplicações à vista. A medida serve para tirar dinheiro do mercado e ajudar a controlar o aquecimento da economia. economia-00

A mudança vai aumentar o recolhimento de dinheiro do BC em R$ 1,6 bilhão, segundo o governo, e o impacto financeiro vai ocorrer no dia 7 de julho. Em fevereiro, o BC já tinha anunciado a retirada de R$ 71 bilhões do mercado.

O BC informou que a alíquota dos compulsórios vai continuar aumentando gradativamente: 44% em julho de 2012 e 45% em julho de 2014. Isso significa que cada vez mais grana sairá da economia brasileira no futuro.

Consumo, crescimento e equilibrio


O PIB brasileiro terá em 2010 a mais expressiva expansão dos últimos dez anos. O maior índice de crescimento, 6,1% em 2007, será superado este ano, devendo ficar em torno de 7%, segundo estimativas de analistas e do governo. noticia_12632120444b4b160c2502c

Vale citar que, caso o país conseguisse manter esse nível nos próximos dez anos o PIB dobraria no período. Um dos fatores preponderantes para o crescimento da economia brasileira tem sido o consumo das famílias.

Nos últimos anos a demanda vem se mantendo aquecida em parte por causa dos ganhos reais dos rendimentos de um grande contingente que se beneficia de programas da seguridade social, como o Bolsa Família, que só este ano conta com recursos que somam mais de R$ 13 bilhões, e os benefícios previdenciários, que só no início de 2010 teve um reajuste nominal de 10% frente a uma inflação ao consumidor de 4% em 2009.

Não há bolha no mercado de crédito


real1A pesar do crescimento do volume de financiamentos em maio, o mercado de crédito no Brasil vive uma situação saudável. Na avaliação do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, "não há bolha de crédito". 

A expansão dos financiamentos acontece em várias modalidades, com destaque especial para o setor imobiliário. "O prazo médio, que vinha caindo, voltou a subir, o que é uma boa notícia", explica Gonçalves.

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