Busca:

Arquivos mensais: dezembro, 2010

Taxas dos Bancos de até 12,3% ao ano


As taxas de juros de empréstimo pessoal e cheque especial mantiveram uma relativa estabilidade ao longo do ano, segundo a Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP). No levantamento, os juros cobrados foram de até 12,3%.

O movimento, de acordo com a fundação, difere do registrado em 2009, quando as taxas de juros registraram queda durante o ano.

De acordo com a entidade, a taxa média cobrada pelas instituições financeiras para o cheque especial foi de 8,88% ao mês, uma queda de 0,05 ponto porcentual em relação a 2009.

Segundo a pesquisa, a taxa média da modalidade de crédito começou 2010 em 8,79% ao mês e encerrou o ano em 9,12% ao mês, acompanhando o movimento de alta da Selic (a taxa básica de juros da economia) ao longo do ano. Mais

O governo investiu só 26% do previsto no ano


Poucos dias antes de acabar o ano, a execução dos investimentos da União está muito aquém do montante previsto no Orçamento de 2010. Levantamento realizado no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) pelo site Contas Abertas, mostra que até 25 de dezembro foram executados apenas 26% do total de investimentos aprovados pelo Congresso para o ano.

Com os restos a pagar – despesas de anos anteriores liquidadas este ano -, a execução dos investimentos chega a 58,6%. Entre os ministérios com execução mais baixa, na faixa de 20%, estão Esporte e Turismo, responsáveis por obras e projetos da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016.

Mais

IGP-M abaixo do esperado


Os principais contratos de juros futuros fecharam esta quarta-feira (29) em leve queda no mercado futuro da BM&F, em mais uma sessão com baixo volume de negócios. Os investidores avaliaram o resultado mensal do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), calibrando suas apostas para o futuro da Selic.

PUBLICIDADE

Mais cedo, a FGV (Fundação Getulio Vargas) publicou o IGP-M de dezembro, que registrou inflação de 0,69%, resultado abaixo das projeções do mercado (de +0,80%, de acordo com o último relatório Focus). No mês anterior, o índice havia apontado alta nos preços de 1,45%. Essa redução foi motivada principalmente pela menor alta dos preços ao produtor, enquanto a inflação ao consumidor e na construção civil acelerou na passagem mensal.

André Perfeito, economista da Gradual Investimentos, destaca em relatório que o resultado abaixo do esperado ofusca a pressão dos alimentos sobre os preços aos consumidores. O resultado no acumulado de 2010, de 10,32%, também é motivo de atenção.

Superávit primário

O setor público brasileiro apresentou um superávit primário de R$ 4,166 bilhões durante o mês de novembro, segundo dados divulgados pelo Banco em sua Nota de Política Fiscal. O superávit primário acumulado em 2010 atingiu R$ 90,843 bilhões, representando 2,74% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Nos mesmos onze meses de 2009, o resultado ficara em 2,24% do PIB à época, ou R$ 64,613 bilhões.

Segundo a consultoria Rosenberg, a meta para o superávit só poderá ser cumprida se houver alguns abatimentos nos gastos. De acordo com a análise, o governo poderá abater gastos relativos ao PAC, de aproximadamente 0,6% do PIB, se quiser cumprir a meta estabelecida.

Durante entrevista nesta quarta-feira, o chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, anunciou que há uma elevação na previsão para o patamar da dívida líquida do setor público em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) em 2010. De acordo com números apresentados, a estimativa oficial para o indicador subiu de 40% do PIB para 40,3% no fim de dezembro deste ano.

Inadimplência das empresas

A inadimplência das empresas brasileiras avançou 10,5% em novembro deste ano, frente o mês de outubro, configurando-se como o maior aumento constatado desde março. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Inadimplência das Empresas, no entanto, houve queda significativa no acumulado do ano, com decréscimo de 5,9%.

Segundo a Serasa, o crescimento mensal verificado na inadimplência das empresas é pontual e decorre das pressões de custos sobre o caixa, como o pagamento da primeira parcela do 13º salário, as compras de composição dos estoques para o Natal e importações para a data.

Contrato de janeiro de 2012 fechou com taxa de 12,10%

O contrato de juros de maior liquidez nesta quarta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,10%, 0,03 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira.

A seguir confira o fechamento das taxas dos principais contratos de DI futuro na BM&F:

Vencimento Taxa atual Taxa anter Diferença Contr Neg
Janeiro de 2011 10,64 10,63 +0,01 5.905
Fevereiro de 2011 10,78 10,79 -0,01 21.045
Abril de 2011 11,16 11,17 -0,01 35.135
Julho de 2011 11,64 11,64 0,00 68.865
Outubro de 2011 11,94 11,96 -0,02 3.945
Janeiro de 2012 12,10 12,13 -0,03 106.880
Abril de 2012 12,24 12,31 -0,07 650
Julho de 2012 12,32 12,37 -0,05 47.085
Janeiro de 2013 12,32 12,37 -0,05 70.175
Abril de 2013 12,33 12,39 -0,06 1.605
Julho de 2013 12,30 12,36 -0,06 285

Fonte: Yahoo Brasil

Alta dos juros e crescimento de 4,5% para 2011


A piora do cenário de inflação nos últimos meses deve fazer com que o Banco Central volte a elevar a taxa básica de juros da economia, a Selic –atualmente em 10,75% ao ano– em 2011. A previsão faz parte do Relatório de Projeções e Expectativas da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), divulgada nesta terça-feira.

Esse aumento da taxa, combinado às medidas de restrição ao crédito anunciadas recentemente e uma política fiscal mais rígida no próximo ano, fará com que o ritmo de crescimento da economia se reduza de 7,5% em 2010 para 4,5% no ano seguinte, apontam os analistas ouvidos pela pesquisa.

“Além desses fatores, a base de comparação mais alta ajuda a reduzir o percentual para 2011″, afirmou o economista-chefe da entidade, Rubens Sardenberg. “Ainda assim, esse desempenho [4,5%] é muito positivo, muito favorável.” Mais

O BC não nega que prevê alta na Selic no curto prazo


As projeções para a inflação no próximo ano desviadas da meta sugerem necessidade de aumento da taxa básica de juros, a Selic, no curto prazo, avalia o Banco Central (BC), no Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta quarta, dia 22 de dezembro.

Segundo a projeção do BC, em 2011, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 5%, acima do centro da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Essa meta tem ainda margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na projeção do cenário de mercado, feita com base em perspectivas dos analistas do mercado financeiro, a inflação oficial ficará em 4,8%, no próximo ano. Mais

Eleva-se pelo BC a projeção da inflação para 5,9% em 2010


O Banco Central (BC) elevou a projeção de inflação oficial neste ano e em 2011. A expectativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 2010, é de 5,9%, 0,9 ponto percentual maior do que o projetado em setembro. As informações constam do Relatório Trimestral de Inflação, divulgado nesta quarta, dia 22, pelo BC.

Para 2011, a estimativa passou de 4,6% para 5%. Essas projeções estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta tem ainda margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Mais

O Comercio celebra o bom momento da Economia


Números apurados pela Associação Comercial e Industrial de Campo Grande (ACICG) indicam que este será o melhor Natal da década para o comércio varejista. Dados do Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), acumulados na primeira quinzena de dezembro, confirmam esse caminho positivo ao revelarem _alta de 13,65% na média das compras à vista e a prazo, comparando com igual período do ano passado. _Com esses números, a ACICG projeta alta de 11% para dezembro em relação a igual período de 2009.

Para os doze meses de 2010, a expectativa é de crescimento de aproximadamente 9% na média das compras à vista e a prazo na comparação com 2009.

Especialistas explicam que o bom resultado para o varejo em 2010 foi estimulado principalmente pelo avanço do emprego — e, consequentemente, da massa salarial, além da maior oferta de crédito no mercado. Junto com a alta no volume de crédito, houve também a ampliação dos prazos de pagamento, o que fez as prestações ficarem menores. Parcelas menores em uma realidade de aumento de renda resultam em crescimento das vendas. Mais

Este blog é alimentado por WordPress | Termos de uso do conteúdo | Retratação

FinancialRed.com | Canal Brasil