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Arquivos mensais: dezembro, 2010

Grandes desafios para o novo governo


A deputada Jô Moraes (PCdoB/MG) avalia como foi a sua primeira legislatura na Câmara, as conquistas da bancada e também conta como foi ser a primeira líder do Partido no Congresso Nacional.

Quais foram as principais conquistas deste primeiro mandato federal?

Chegar à Câmara Federal é descobrir o Brasil na sua dimensão global. Aqui se discute todos os problemas do país, dos mais importantes como a política macroeconômica até a penalização dos que abandonam os idosos.

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Expectativas dos Bancos para 2011


Se as instituições financeiras estão em dúvida quanto à política fiscal a ser adotada no próximo governo e aos próximos passos do Banco Central, a certeza é de que os juros subirão no próximo ano, a economia brasileira cresce menos, o crédito recua e a inadimplência não é um fator preocupante.

A conclusão é da pesquisa Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), realizada junto as 28 maiores instituições financeiras brasileiras.

“Não há consenso no mercado quanto aos próximos passos do Banco Central. Ainda é cedo para avaliar o impacto das medidas macroprudenciais anunciadas recentemente”, destacou o economista chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, durante a apresentação dos dados, nesta terça-feira. Mais

BC toma medidas para conter o crédito


Com expectativa de que o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) promovam mais mudanças na concessão de crédito e na economia brasileira para conter a inflação em 2011 e atingir o avanço esperado de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, apresentou ontem, pesquisa promovida pela instituição que mostra as expectativas do mercado financeiro para os próximos anos.

Segundo o especialista, ainda não é possível prever quais serão as consequências das mudanças promovidas pelo BC e pelo CMN – que elevaram a exigência de depósito compulsório dos bancos sobre os depósitos à vista e a prazo – mas, não se pode negar que a economia terá um recuo em 2011 e 2012.

“Nossa expectativa é de um crescimento de 4,5%, que vai de encontro ao que o mercado antecipou anteriormente. Mas, mesmo com as medidas de restrição ao crédito, uma política monetária mais austera para 2011 e expectativa de que ao longo do ano a taxa básica de juro [Selic] aumente em comparação com 2010, a economia terá um crescimento positivo”, enfatiza. Mais

60% de chances de estabilidade se prevê na Selic para 2011


O diretor de Pesquisas Macroeconômicas do Bradesco, Octávio de Barros, trabalha com 60% de chances de a taxa básica de juros (Selic) permanecer estável em 2011. A avaliação do economista leva em conta o diagnóstico da ata da reunião de dezembro do Comitê de Política Monetária (Copom), que sugere a possibilidade de elevação da taxa, como complemento às medidas divulgadas recentemente pelo Banco Central (BC).

“Em nossa leitura prevalece a expectativa de que os juros fiquem estáveis em 2011 (60% de probabilidade) ou que haja uma pequena elevação a partir de março (125 pontos base), cenário ao qual atribuímos 40% de probabilidade. Em outras palavras, se o BC optar por iniciar um ciclo de aumento de juros, esse processo se iniciaria em março e não em janeiro”, afirma Barros.

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Copom não deixa claro o que acontecerá com a taxa básica da economia em janeiro


A aguardada ata do Comitê de Política Monetária (Copom), última assinada por Henrique Meirelles como presidente do Banco Central, atirou para todos os lados, mas não deixou claro o que acontecerá com a taxa básica de juros (Selic) em 2011.

Classificado como ambígua por grande parte dos especialistas, o documento reconheceu que os sinais inflacionários neste fim de ano vieram mais fortes do que a autoridade monetária esperava. Destacou também que as incertezas no cenário econômico estão acima dos níveis comuns. A despeito de toda a deterioração das expectativas, evidenciou receios e até uma divisão da diretoria sobre uma possível mudança de estratégia a partir de janeiro.

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Confiança dos pequenos e médios empresários brasileiros para 2011 caiu


A confiança dos pequenos e médios empresários brasileiros em relação ao primeiro trimestre de 2011 caiu para 74,6 pontos em comparação com 75,5 pontos registrados no quarto trimestre deste ano, segundo o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), divulgado ontem.

Lançado em novembro de 2008, o índice, desenvolvido pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) em parceria com o Banco Santander, cobre uma escala de zero a 100 pontos.

Mesmo com a pequena queda, o IC-PMN referente ao primeiro trimestre de 2011 é superior ao índice dos mesmo período de 2010. As anotações que ficam no intervalo de zero a 50 pontos revelam falta de confiança do empresariado. Mais

Estimativa da inflação oficial este ano vai para 5,85%


Analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para a inflação oficial este ano e em 2011. A estimativa para este ano, que subiu pela 13ª semana seguida, passou de 5,78% para 5,85%. Para 2011, a projeção foi ajustada de 5,20% para 5,21%, segundo o boletim Focus, divulgado nesta segunda, dia 13, pelo BC.

As expectativas para o índice estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas ainda dentro do limite superior de 6,5%.

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