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Atualidade macroeconômica no Brasil

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A economia do Brasil crescerá segundo consenso de mercado um 5,5% este ano, liderada por uma suba do 8,79% no nível de produção. Em 2011 o faria numa taxa menor, de um 4,5%, se expandindo os níveis de produção um 5,0%.

Outras estimações privadas projetam uma taxa de crescimento de 5,0% para 2010 e 3,9% para 2011, entanto que a produção industrial o fará em 3,6% e 5,2% respectivamente.

Por outra parte, se espera que a taxa de inflação anual, poderá se colocar em 2010 levemente por cima da meta do governo, aproximadamente um 5,1%, entanto que para 2011 a mesma se colocara em 4,7%.

Em quanto ao tipo de cambio, sobre a base do reporte do Banco Central, para fins de abril os mercados estimam uma paridade do real em 1,8 por dólar, estáveis desde os níveis atuais e se vai se manter assim durante o resto do ano. Para 2011 vai se registrar uma leve depreciação da divisa, colocando-a em torno aos 1,87 reais por dólar.

Então para 2010 poderíamos ver uma reativação da economia com um pequeno crescimento no nível de preços, provavelmente superior ao projetado, o que poderia implicar uma suba da taxa Selic por parte do Banco Central com o objetivo de conter um super aquecimento da economia.
O cenário não e o mesmo que em 2009. Naquele momento a inflação não era um problema e a economia conseguiu se contrair minimamente. Uma maior tranqüilidade dos mercados, produto da corrida registrada desde março de 2009 e um dólar debilitado, permitiram ao Brasil continuar recebendo fluxo de investimentos desde fora. A incerteza voltou mas as oportunidades de investimento nos países emergentes continuam e de fato podem continuar a ser desse jeito nos próximos anos, se produzindo mais uma mudança estrutural do que temporal.

Assim a economia brasileira poderia continuar a ser a estrela que acostumava ser junto ao resto dos integrantes das BRIC. De fato, ainda perante o cenário de incerteza global, se estima que para este ano, os investimentos estrangeiros diretos no país aumentem 47% até 38 bilhões (tomado de um relevamento feito pelo banco central brasileiro).

Desta forma, Brasil poderia ser um dos principais beneficiários da recepção deste fluxo de investimentos para países emergentes pela sua exposição regional em outros mercados, pelos recursos que possui, assim como também pelas necessidades de estrutura de cara a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2014 e 2016 respectivamente.

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