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Banco Central do Brasil manteve a Selic por quinto mês consecutivo.

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O Banco Central do Brasil manteve nesta quarta feira passada a taxa de juros referencial, Selic, pela quinta reunião consecutiva, numa votação dividida que deixa aberta a possibilidade de um ajuste monetário mais adiante.

O Comitê de política monetária do Banco, conhecido como Copom, decidiu deixar a taxa no seu mínimo histórico de 8,75% por cinco votos a favor e três em contra, no final de um encontro de dois dias.

Os três conselheiros que votaram em contra de manter a taxa sem mudança inclinaram-se por uma suba de 50 pontos básicos.

O comitê vai supervisar atentamente o desenvolvimento do panorama econômico ate seu próximo encontro, para logo definir os próximos passos da sua estratégia monetária, declarou o Banco Central num comunicado.

Cifras conhecidas na quarta-feira sugeriram que a economia do Brasil está crescendo com força dos embates da crise global. Em fevereiro, o país cria 209.425 empregos formais, um recorde para esse mês.

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No entanto, houve pouco consenso entre os analistas sobre a necessidade de subir a taxa Selic neste encontro realizado na quarta passada. A ultima vez que o Banco Central subiu a taxa foi em setembro de 2008.

No comunicado usaram a frase “supervisar atentamente”, que do mesmo jeito que no comunicado de março de 2008, e o indicador clave para uma subida muito provável em abril.

Num relevamento feito semana passada, 13 de 31 analistas tinham estimado que o Banco Central deixasse a taxa sem mudanças e a mesma quantidade tinha apostado por uma alta.

A política econômica e claramente expansiva, num ano eleitoral, o mercado em geral que qualquer decisão sobre a taxa nos próximos meses vai ser complicada. O calendário político não ajuda em absoluto, mas igualmente se pensa que a taxa vai subir.

O tamanho dos incrementos, no entanto, vai depender dos últimos indicadores econômicos e como o Brasil esteja interagindo com a economia global e a saúde que ela apresente.

O ano passado, o Copom diminuiu gradativamente a taxa referencial em 500 pontos básicos, deixando-a no seu nível atual de 8,75%, para proteger a economia dos efeitos da crise mundial.

A baixa da Selic se enquadrou dentro de uma tendência mundial e regional de recortes no custo do dinheiro para tirar as economias da recessão.

O Copom vai se reunir novamente nos días 27 e 28 de abril.

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