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Banco Central do Brasil vê consenso por necessidade de suba da taxa

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Os conselheiros do Banco Central do Brasil, falaram que estão prontos para subir as taxas de juros, ainda no mês próximo, com o fim de conter as maiores pressões inflacionarias, no que poderia ser a primeira alta dos custos dos créditos em dois anos no Brasil.

O conselho do Banco Central disse nas minutas da reunião de política monetária passada, que tinha consenso sobre a necessidade de aumentar a taxa referencial de juros para reduzir o crescimento da demanda doméstica e deixa-la mas acorde com a expansão da oferta.

Ainda assim, a maioria dos funcionários do Banco Central decidiram esperar por mais evidencias de deterioro nos dados da inflação para tomar medidas no que diz respeito as taxas de juros.

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Três dos oito membros do Comitê de Política Monetária (Copom) votaram por um incremento de meio ponto percentual da taxa de juros referencial, Selic.

“Deve-se notar que também houve consenso entre os membros do comitê sobre a necessidade de adaptar o ritmo de ajuste na taxa de juros referencial na perspectiva da demanda inflacionaria”, para evitar que as atuais pressões de preços se voltem mais permanentes, rezavam as minutas.

O comitê conhecido como Copom no Brasil, manteve o 17 de março a taxa Selic no seu mínimo nível histórico de 8,75% pela quinta ocasião consecutiva.

A preguiça do Banco poderia sinalizar que a autoridade monetária vê a recente suba nos preços ao consumidor e o aumento das pressões inflacionarias como transitórias falou Nick Chamie, diretor de pesquisa de mercados emergentes de RBC em Toronto.

O Banco Central, com sede em Brasília, também falou que o ritmo de recuperação na maior economia da América Latina tem reduzido ainda mais sua brecha de produção, aumentando as pressões inflacionarias no país.

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