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Brasil prepara alta de taxas

Os conselheiros do Banco Central falaram que estão prontos para subir a taxa básica referencial de juros (Selic) no próximo mês, com o fim de conter as pressões inflacionarias, entanto que os dados de emprego, remarcam que a recuperação econômica e firme e forte para o país.

O conselho do Banco Central (conhecido como Copom) sinalizou nas minutas da reunião de política monetária que há um acordo explícito entre os membros para elevar a taxa de juros para reduzir o crescimento desproporcionado da demanda doméstica, e deixa-la mais acorde com a expansão da economia.

O mencionado comitê, na sua reunião da semana passada, decidiu manter a Selic no seu mínimo histórico de 8,75% por quinta sessão consecutiva.

Dados de emprego reforçaram a visão de que a maior economia de América Latina esta se recuperando solidamente, e ainda não era necessário colocar o freio.

O desemprego no Brasil subiu em fevereiro mas, em cifra menor a esperada, causado porque devido a recuperação da economia, mais pessoas se colocaram na rua a procura de um emprego, e isso as coloca na população economicamente ativa que procura emprego, antes eram simplesmente desocupados e por não tentar achar um emprego não faziam parte do índice.

A próxima reunião do Comitê de Política Monetária será realizada nos dias 27 e 28 de abril.

A difusão das minutas da reunião da semana passada, aumentou os futuros das taxas de juros no curto prazo no Brasil, ajudando a consolidar as expectativas de que os custos dos créditos e empréstimos vão subir certamente no mês próximo e não em dois anos como era a anterior previsão.

O governo tem uma meta inflacionaria de 4,5% para 2010 e 2011 e fará de um tudo para manter o índice dentro dos limites, primeiro, pela saúde econômica do Brasil e a tranqüilidade do seu povo, e segundo, o fato de desenhar uma estratégia de política econômica e leva-la adiante com eficiência, e muito bom visto pelos países do resto do mundo o que facilita os relacionamentos comerciais, os fluxos de capital e por adição a geração de novos empregos de empresas que venham se instalar no país, e isso Brasil já tirou de letra e é um dos melhores alunos do mundo dos países emergentes.

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