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	<title>TR Taxa &#187; Riscos na Economía</title>
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		<title>Grandes desafios para o novo governo</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2010 05:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A deputada Jô Moraes (PCdoB/MG) avalia como foi a sua primeira legislatura na Câmara, as conquistas da bancada e também conta como foi ser a primeira líder do Partido no Congresso Nacional. Quais foram as principais conquistas deste primeiro mandato federal? Chegar à Câmara Federal é descobrir o Brasil na sua dimensão global. Aqui se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A deputada Jô Moraes (PCdoB/MG) avalia como foi a sua primeira legislatura na Câmara, as conquistas da bancada e também conta como foi ser a primeira líder do Partido no Congresso Nacional.</p>
<p align="justify"><b><i>Quais foram as principais conquistas deste primeiro mandato federal?</i></b></p>
<p align="justify">Chegar à Câmara Federal é descobrir o Brasil na sua dimensão global. Aqui se discute todos os problemas do país, dos mais importantes como a política macroeconômica até a penalização dos que abandonam os idosos. </p>
<p> <span id="more-198"></span>
<p align="justify">Aqui chegam as demandas dos mais diferentes setores. Nunca tinha havido uma mobilização tão ampla do empresariado como no dia da Comissão Geral que discutiu as &quot;40 horas&quot;. Ao mesmo tempo realizou-se um seminário para debater a situação dos artistas circenses que, por viverem se deslocando, precisam garantir a transferência de seus filhos para as escolas de cada cidade entre outras coisas. </p>
<p align="justify"><b><i>A senhora foi a primeira líder do PCdoB, como foi a experiência?</i></b></p>
<p align="justify">Ser líder de um partido numa casa em que as mulheres quase não têm visibilidade significou um grande desafio. Na primeira reunião do colégio de líderes, eu e a líder do Psol ficamos em pé a maior parte do tempo porque os funcionários não nos perceberam na condição de líderes e não colocaram as cadeiras ao redor da mesa. Mas a bancada do PCdoB é integrada por quadros competentes e experientes o que facilitou o trabalho. Ao me apresentar como líder da bancada comunista herdei, de imediato o respeito que a casa tem por toda a bancada.</p>
<p align="justify"><b><i>Como a senhora avalia o crescimento do PCdoB na Câmara e no Senado?</i></b></p>
<p align="justify">O crescimento da representação parlamentar do PCdoB nas instâncias do Congresso corresponde ao atual estágio da luta social no país e ao sistema eleitoral vigente. A condição da disputa é muito desigual para um partido que distribui suas forças em todas as dimensões da luta transformadora e não apenas na ação institucional. No atual estágio do processo político eleitoral o poder econômico e as &quot;máquinas&quot; administrativas têm um papel decisivo. Daí a emergência da reforma política para assegurar a democratização das instâncias de representação no país.</p>
<p align="justify"><b><i>O governo Dilma foi eleito com uma ampla base, como isso irá se refletir no Parlamento?</i></b></p>
<p align="justify">O governo Dilma, mesmo com uma base ampla, enfrentará grandes desafios. Terá ainda a &quot;espada de Dâmocles&quot; da crise internacional que ainda não foi superada. E deverá colocar ênfase nos investimentos em infra-estrutura e habitação e nas tarefas de distribuição de renda representado pelas demandas dos trabalhadores. Isso só será possível se fizer alterações na política macro-econômica. A base ampla do governo ainda não tem convicções em torno dessas questões. Quando se debate o Orçamento da União nunca se aborda o impacto da dívida pública sobre as contas do país. O anúncio de cortes é sempre no custeio. A redução de meio ponto percentual na taxa Selic daria uma resposta mais eficaz.</p>
<p align="justify"><b><i>Quais os desafios da bancada nesta legislatura?</i></b></p>
<p align="justify">A bancada terá o desafio de investir na construção do Bloco de Esquerda, quer seja de ação parlamentar quer seja de articulação política para dar sustentação às bandeiras mais avançadas. Terá que defender a Reforma Política demarcando com os setores que querem realizar uma reforma restritiva; enfrentará o debate sobre a reforma tributária para retrirar o peso dos tributos sobre o consumo e a produção; e insistirá na agenda da redução da jornada de trabalho de uma nova política de valorização das aposentadorias e pensões, no modelo da política de valorização do salário mínimo.</p>
<p align="justify"><b><i>Quais as principais metas de seu mandato nesta nova legislatura?</i></b></p>
<p align="justify">Meu mandato deve dedicar-se de forma especial ao debate com os trabalhadores e os desafios de sua organização e se aproximar mais das instituições universitárias onde o debate sobre as perspectivas progressistas para o país tende a se intensificar.</p>
<p align="justify"><i>Fonte: Vermelho</i></p>
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		<title>BC toma medidas para conter o cr&#233;dito</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 05:48:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com expectativa de que o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) promovam mais mudanças na concessão de crédito e na economia brasileira para conter a inflação em 2011 e atingir o avanço esperado de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, apresentou ontem, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com expectativa de que o <a href="www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central</a> (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) promovam mais mudanças na concessão de crédito e na economia brasileira para conter a inflação em 2011 e atingir o avanço esperado de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, apresentou ontem, pesquisa promovida pela instituição que mostra as expectativas do <a href="http://bovespaacoes.com/" target="_blank">mercado financeiro</a> para os próximos anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/TAXA4.jpg"><img class="size-medium wp-image-295 alignright" title="Forecasting off of Percent Sign" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/TAXA4-231x300.jpg" alt="" width="231" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o especialista, ainda não é possível prever quais serão as consequências das mudanças promovidas pelo BC e pelo CMN &#8211; que elevaram a exigência de depósito compulsório dos bancos sobre os depósitos à vista e a prazo &#8211; mas, não se pode negar que a economia terá um recuo em 2011 e 2012.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Nossa expectativa é de um crescimento de 4,5%, que vai de encontro ao que o mercado antecipou anteriormente. Mas, mesmo com as medidas de restrição ao crédito, uma política monetária mais austera para 2011 e expectativa de que ao longo do ano a <a href="http://trtaxa.com/" target="_blank">taxa básica</a> de juro [Selic] aumente em comparação com 2010, a economia terá um crescimento positivo&#8221;, enfatiza.<span id="more-196"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O especialista acredita também que, caso o governo não consiga conter o crédito nos próximos dois anos, o mercado terá novas mudanças. &#8220;Não acho algo adequado, mas se não houver um recuo no <a title="Queda nos juros ao consumidor não acompanha redução da Selic" href="http://trtaxa.com/queda-nos-juros-ao-consumidor-no-acompanha-reduo-da-selic/" target="_blank">crédito</a>, o Banco Central terá que adotar novas normas, restringir outras operações e tornar o acesso ao crédito mais difícil. Mesmo assim, isso nem sempre é feito de forma transparente. Porém, trará mais resultados que o aumento da taxa de juros&#8221;. Na última coletiva do ano da Febraban, Sardenberg que anteriormente havia falado que as medidas macroprudencias, termo esse utilizado por Henrique Meirelles para frear o crédito no Brasil e retirar do mercado R$ 61 bilhões, feitas pelo governo elevariam o spread bruto dos bancos, quando questionado novamente sobre esse aumento, afirmou que ainda não há como medir o real impacto no <a title="A TR Taxa Selic em 2010" href="http://trtaxa.com/a-tr-taxa-selic-em-2010/" target="_blank">spread </a>bancário, mas que qualitativamente está em curso um possível encarecimento do crédito, para suprir os custos maiores na captação e empréstimos feitos pelas instituições financeiras. &#8220;É natural que isso aconteça com o aumento dos <a title="BC anuncia medida para retirar R$ 1,6 bi da economia" href="http://trtaxa.com/bc-anuncia-medida-para-retirar-r-16-bi-da-economia/" target="_blank">compulsórios</a>, que eleva a alocação de capital das operações e o que resulta em um aumento das taxas ativas e dos spreads. Mas vamos observar isso nas próximas projeções&#8221;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra medida do Banco Central na tentativa de desafogar os empréstimos feitos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES), facilita a captação de recursos com a contratação de debêntures e é uma boa opção aos investidores brasileiros, como explica o economista da Febraban. &#8220;Essas medidas farão com que o mercado de médio e longo prazo sejam mais atraentes no país. As isenções vão incentivar os <a href="http://fundosinvestimentos.com/" target="_blank">investidores </a>estrangeiros, o que trará um estímulo ao mercado de financiamentos mais longos&#8221;, comenta Sardenberg.</p>
<p style="text-align: justify;">Anteriormente o setor de <a href="http://cartaovisa.com/" target="_blank">crédito</a> projetava um crescimento de 18,5% para 2011, mas após a adoção das novas medidas que estão em vigor há duas semanas, a expectativa do setor é que esse crescimento caia para 17,8% no próximo ano e em 2012 fique em 17,2%, aponta a pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">O economista-chefe da Febraban, ressalta três pontos sobre as projeções no setor de crédito para os próximos dois anos. &#8220;Houve redução nas expectativas de crescimento, elas são moderada, mas significativas. O mercado sabe que vai crescer menos, terá um recuo moderado, mas é cedo pra que se possa avaliar a extensão disso, esses números refletem isso, uma dificuldade para estabelecer o real recuo das taxas de <a title="O Comercio celebra o bom momento da Economia" href="http://trtaxa.com/o-comercio-celebra-o-bom-momento-da-economia/" target="_blank">crescimento</a>&#8220;, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda segundo a pesquisa realizada entre os dias 16 e 20 deste mês, com 28 instituições, o setor industrial que teve boa recuperação no ano, após a recessão promovida pela crise mundial, nos próximos anos terá bom desempenho mesmo com a previsão de um recuo, o setor poderá ter crescimento de 5,3% no próximo ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Rubens Sardenberg, os reflexos das <a href="http://www.bcb.gov.br" target="_blank">políticas monetárias</a> terão impacto maior às pessoas físicas. &#8220;O recuo maior será para a pessoa física, pois as medidas do BC são focadas nesse público. Com base em conversas e <a title="Aumentam expectativas de alta do PIB e Inflação para 2010." href="http://trtaxa.com/aumentam-expectativas-de-alta-do-pib-e-inflacao-para-2010/" target="_blank">expectativas </a>de mercado será percebido um melhor desempenho para pessoa jurídica. As pequenas e médias empresas poderão crescer mais em 2011.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para a Febraban, em 2011 o real ficará mais valorizado frente ao dólar. A previsão é de que em 2011 e 2012 a moeda estrangeira fique cotada a R$ 1,80, patamar pouco diferente ao esperado para o final deste ano, que é R$ 1,75.</p>
<p style="text-align: justify;">O mercado financeiro espera que na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) seja empregado um aumento de gradual da taxa Selic e que no próximo ano fique em 11,25%. Para 2012, o especialista da Febraban e o mercado esperam um aumento de um ponto percentual e que a taxa de juros fique em 12,25%. Esse índice será reflexo da pressão inflacionária como comenta Sardenberg e completa, &#8220;em relação ao ano de 2010, esse aumento seria de 150 pontos básicos frente aos 10,75% do atual patamar brasileiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que gera muitas incertezas ao mercado financeiro é a indefinição das políticas monetárias que serão adotadas pela nova equipe econômica da presidente eleita Dilma Rousseff. A expectativa do setor é de que elas sejam mais austeras, e que mesmo com as restrições, o Brasil tenha um bom desempenho nos próximos dois anos.</p>
<p><em>Fonte: DCI</em></p>
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		<title>Confian&#231;a dos pequenos e m&#233;dios empres&#225;rios brasileiros para 2011 caiu</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 05:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A confiança dos pequenos e médios empresários brasileiros em relação ao primeiro trimestre de 2011 caiu para 74,6 pontos em comparação com 75,5 pontos registrados no quarto trimestre deste ano, segundo o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), divulgado ontem. Lançado em novembro de 2008, o índice, desenvolvido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A confiança dos pequenos e médios <a href="http://economiabrasil.com/">empresários </a>brasileiros em relação ao primeiro trimestre de 2011 caiu para 74,6 pontos em comparação com 75,5 pontos registrados no quarto trimestre deste ano, segundo o Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios no Brasil (IC-PMN), divulgado ontem.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/TAXA1.jpg"><img class="size-full wp-image-285 alignright" title="TAXA1" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/TAXA1.jpg" alt="" width="210" height="186" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Lançado em novembro de 2008, o <a href="http://ainflacao.com/">índice</a>, desenvolvido pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) em parceria com o Banco Santander, cobre uma escala de zero a 100 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo com a pequena queda, o IC-PMN referente ao primeiro trimestre de 2011 é superior ao índice dos mesmo período de 2010. As anotações que ficam no intervalo de zero a 50 pontos revelam falta de confiança do empresariado.<span id="more-193"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A partir de 50 pontos, as anotações são interpretadas como demonstrações de confiança dos empresários em relação à economia do País e seus próprios negócios. Assim, de acordo com os responsáveis pelo IC-PMN, o resultado para o primeiro trimestre de 2011 indica que, embora dentro da pontuação de otimismo, o empresário de pequeno e médio porte diminuiu levemente sua confiança em relação ao desempenho da economia.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, mesmo com a pequena queda registrada, o IC-PMN referente aos primeiros três meses de 2011 é superior ao índice referente ao primeiro trimestre de 2010, que foi de 68,9 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dados sobre o IC-PMN referente ao primeiro trimestre de 2011 foram coletados entre os dias 29 de novembro e 3 de dezembro, com a participação de 1.200 empresários de todo o Brasil e dos setores de indústria, comércio e serviços. As respostas foram obtidas por meio de pesquisas telefônicas. As questões feitas abordaram a confiança em diversos aspectos, como o ritmo de crescimento da economia, as expectativas em relação ao desempenho do seu ramo de atividade e da própria empresa, envolvendo questões que englobam faturamento, lucro, plano de investimento e contratação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PIB</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a pesquisa, caiu a confiança dos pequenos e médios empresários em relação ao crescimento da <a href="http://economiabrasil.com/" target="_blank">economia brasileira</a> no primeiro trimestre de 2011. A expectativa média, apontada pela pesquisa divulgada ontem, foi de 71,45 pontos em comparação com os 73,7 pontos registrados na pesquisa anterior, referente ao quarto trimestre. Esta redução de 2,25 pontos caminha na mesma direção da mediana das expectativas de analistas do mercado financeiro, registradas na pesquisa <a href="www4.bcb.gov.br/?FOCUSRELMERC" target="_blank">Focus</a>, feita semanalmente pelo Banco Central. Para 2010, a mediana das projeções, de acordo com a última pesquisa Focus, é de uma expansão do PIB de 7,61%. Para o próximo ano, a mediana é bem menor e aponta um crescimento econômico de 4,50%.</p>
<p style="text-align: justify;">A justificativa dos analistas é a de que o PIB em 2010 vai crescer acima do seu potencial e uma expansão de 4,5% é mais compatível com padrão da economia brasileira. Além disso, a economia deverá desacelerar em resposta às medidas macroprudenciais anunciadas no último dia 3 deste mês.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maior otimismo é registrado nas regiões Norte e Sudeste</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo (AE) &#8211; Os resultados do Índice de Confiança do Empresário de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) indicam um leve aumento do otimismo nas regiões Norte e Sudeste, no primeiro trimestre de 2011 em relação à pesquisa anterior, que cobria o quarto trimestre de 2010. Na Região Norte, o otimismo subiu de 75,9 pontos para 76,7 pontos numa escala que varia de zero a 100 pontos &#8211; a partir de 50 pontos, as anotações são interpretadas como demonstrações de confiança.</p>
<p style="text-align: justify;">No Sudeste, o otimismo avançou de 74,9 pontos na pesquisa anterior para 75,3 pontos na pesquisa anunciada hoje. A região Centro-Oeste foi a que apresentou a maior queda de otimismo, com recuo de 75,9 pontos para 72,3 pontos. No Nordeste, o índice que mede o otimismo dos empresários caiu de 77,5 pontos para 74,1 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">No Sul, a queda foi menor, com o otimismo passando de 75,3 pontos para 74,1 pontos. Por ramo de atividade, o IC-PMN registrou variação para baixo no nível de otimismo de 75,9 pontos para 74,6 pontos no setor de comércio. Na indústria, o índice ficou quase estável, passando de 74,8 pontos no quarto trimestre para 74,6 pontos, na pesquisa atual. Nos serviços, o índice caiu de 75,1 pontos para 74,4 pontos.</p>
<p style="text-align: justify;">O IC-PMN foi desenvolvido em novembro de 2008 pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) e Banco Santander, é divulgado trimestralmente e lista as expectativas de pequenos e médios empresários da indústria, comércio e serviços para os três meses subsequentes. Para o levantamento da confiança em relação ao primeiro trimestre de 2011 foram consultados 1.200 empresários entre os dias 29 de novembro e 3 de dezembro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pequenos querem aumentar investimentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">São Paulo (AE) &#8211; Mesmo tendo registrado queda de confiança em relação ao faturamento nos primeiros três meses de 2011, as pequenas e médias empresas pretendem aumentar os <a href="http://fundosinvestimentos.com/" target="_blank">investimentos </a>e a contratação de funcionários entre janeiro e março de 2011. O IC-PMN geral recuou de 75,9 pontos, no quarto trimestre de 2010, para 74,6 pontos, nos três primeiros meses de 2011. O índice em relação à expectativa para o faturamento saiu de 79,8 pontos para 78 pontos, na mesma base de comparação. Os indicadores de investimento e empregados, por sua vez, subiram no mesmo período de 72,6 pontos para 74 pontos e de 70,6 pontos para 70,7 pontos, respectivamente. Para o professor Rossi Júnior, do Insper, as questões envolvendo os resultados das empresas, como faturamento, por exemplo, são analisados com a visão de curto prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste caso, os empresários estão considerando os efeitos das <a href="http://trtaxa.com/" target="_blank">medidas</a> macroprudenciais, anunciadas recentemente pelo Banco Central (BC), e o provável aumento da taxa básica de juros, a Selic, já em janeiro de 2011. “Mas quando se fala em <a title="Grandes desafios para o novo governo" href="http://trtaxa.com/grandes-desafios-para-o-novo-governo/" target="_blank">investimentos</a>, as empresas levam em conta o longo prazo. Os empresários entendem que, embora possa ocorrer uma desaceleração no curto prazo, no longo, a economia continuará crescendo de forma sustentada”, avaliou Júnior.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor do Insper destacou que parte dos investimentos previstos está concentrada, dentro da pesquisa, nas linhas de máquinas e equipamentos. Mas como 84% das empresas pesquisadas para o IC-PMN são dos setores de comércio e serviço, o impacto do câmbio sobre os investimentos será pequeno. “Para esta pesquisa, especificamente, não medimos o impacto do <a href="http://dolarcotacao.net/" target="_blank">câmbio </a>sobre a atividade das empresas”, afirmou.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros números</strong></p>
<p>Índice para faturamento caiu 1,8 ponto</p>
<p>Embora ainda dentro da graduação que denota otimismo, o índice para o faturamento esperado caiu 1,8 ponto, de 79,8 pontos registrados na pesquisa anterior, referente ao quarto trimestre, para 78 pontos. O índice de confiança em relação ao ramo de atuação dos empresários também perdeu 1,8 ponto, de 78,3 pontos para 76,5 pontos no mesmo período. O lucro caiu de 77,9 pontos registrados na pesquisa anterior para 76,6 pontos na pesquisa divulgada ontem.</p>
<p>A confiança dos pequenos e médios empresários em relação aos investimentos subiu 1,4 ponto, de 72,6 pontos registrados na pesquisa anterior, referente ao quarto trimestre, para 74 pontos na pesquisa divulgada ontem sobre o primeiro trimestre de 2011. Os investimentos contemplam a manutenção de um número maior de empregados nas pequenas e médias empresas nos primeiros três meses do ano que vem. O índice mostra que a confiança em relação aos empregados ficou estável em 70,7 pontos ante 70,6 pontos registrados na pesquisa anterior, referente ao quarto trimestre de 2010.</p>
<p><em>Fonte: Tribuna do Norte</em></p>
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		<title>BC anuncia medida para retirar R$ 1,6 bi da economia</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 04:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (25) a elevação de 42% para 43% da taxa sobre o depósito compulsório - o total de dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar em uma conta do BC - sobre as aplicações à vista. A medida serve para tirar dinheiro do mercado e ajudar a controlar o aquecimento da economia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b><i>O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (25) a elevação de 42% para 43% da taxa sobre o depósito compulsório &#8211; o total de dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar em uma conta do BC &#8211; sobre as aplicações à vista. A medida serve para tirar dinheiro do mercado e ajudar a controlar o aquecimento da economia. <a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/economia00.jpg"><img title="economia-00" style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="145" alt="economia-00" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/economia00_thumb.jpg" width="150" align="right" border="0" /></a></i></b></p>
<p align="justify">A mudança vai aumentar o recolhimento de dinheiro do BC em R$ 1,6 bilhão, segundo o governo, e o impacto financeiro vai ocorrer no dia 7 de julho. Em fevereiro, o BC já tinha anunciado a retirada de R$ 71 bilhões do mercado. </p>
<p align="justify">O BC informou que a alíquota dos compulsórios vai continuar aumentando gradativamente: 44% em julho de 2012 e 45% em julho de 2014. Isso significa que cada vez mais grana sairá da economia brasileira no futuro. </p>
<div align="justify"><span id="more-161"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">O recolhimento do dinheiro dos bancos é mais uma medida do governo para conter o aquecimento da economia brasileira. Com menos capital em mãos, os bancos reduzem a oferta de empréstimos. No início de junho, o BC aumentou a taxa básica de juros (Selic) de 9,5% para 10,25% &#8211; outra medida para segurar a empolgação da economia. </p>
<p align="justify">Com isso, além de ficar mais escasso, o crédito se torna também mais caro. Portanto, o consumidor deve fazer as contas e comparar o preço à vista com o parcelamento. Os economistas sempre recomendam poupar primeiro e depois comprar o bem à vista.</p>
<p align="justify">Por outro lado, o BC anunciou a redução de 30% para 29% da exigibilidade da aplicação do dinheiro em crédito agrícola. Ou seja, do total de recursos que os bancos têm que emprestar para o setor. A partir deste ano, a queda será de um ponto percentual por ano, até chegar 25% em 2014.</p>
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		<title>Europa mant&#233;m seus juros</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 04:33:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou ontem que a recuperação econômica da zona do euro prosseguiu no primeiro semestre deste ano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b><i>O presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou ontem que a recuperação econômica da zona do euro prosseguiu no primeiro semestre deste ano. <a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/juros22.jpg"><img title="juros (2)" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="161" alt="juros (2)" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/juros2_thumb1.jpg" width="121" align="right" border="0" /></a> </i></b></p>
<p align="justify">Em comunicado, divulgado após a decisão do BCE de manter a taxa de juros básica inalterada em 1%, Trichet disse que as taxas atuais permanecem apropriadas.</p>
<p align="justify">O BCE espera que os preços continuem moderados durante o horizonte de médio prazo relevante para a política econômica, segundo Trichet. Pressões inflacionárias globais podem persistir, enquanto as pressões domésticas deverão continuar baixas.</p>
<div align="justify"><span id="more-128"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">Trichet afirmou esperar que a economia da zona do euro cresça a um ritmo moderado, em meio a um ambiente de tensões contínuas em alguns segmentos do mercado financeiro e de grandes incertezas.</p>
<p align="justify">Essa avaliação foi refletida nas projeções macroeconômicas da equipe do Eurosystem para a zona do euro, segundo as quais o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) da região vai ficar entre 0,7% e 1,3% em 2010 e entre 0,2% e 2,2% no próximo ano.</p>
<p align="justify">Bônus. O presidente do BCE afirmou ainda que o mercado monetário não está funcionando e comentou também que o elevado uso da linha de depósitos da instituição reflete parcialmente as tensões que existem atualmente. Segundo Trichet, a decisão do BCE de começar a comprar bônus de governos da zona do euro no mês passado foi provocada pela ameaça de mercados disfuncionais, que estavam interferindo na transmissão da política monetária. Trichet disse que ainda é preciso manter as compras de bônus no momento.</p>
<p align="justify">A autoridade, porém, enfatizou que todas as medidas extraordinárias do BCE são temporárias e que as compras de bônus não representam uma mudança na política monetária.</p>
<p align="justify">Para analistas de mercado, as medidas adotadas até agora pelo BCE são insuficientes e que esperavam mais da autoridade monetária para combater a turbulência na região. Até mesmo o anúncio de nova iniciativa para manter a liquidez no sistema financeiro foi recebido com pouco entusiasmo. O BCE informou que vai oferecer operações de refinanciamento de longo prazo (LTRO) de três meses a taxas fixas durante o terceiro trimestre.</p>
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		<title>Curvas de oferta e demanda linear</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 04:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na prática, algumas equações de oferta e demanda são aproximadamente lineares na faixa de valores que interessa; outras não-lineares.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong><em>Na prática, algumas equações de oferta e demanda são aproximadamente lineares na faixa de valores que interessa; outras não-lineares. </em></strong></p>
<p align="justify">No entanto, mesmo nestes casos, as equações lineares podem oferecer representações de oferta e demanda razoavelmente precisas dentro de uma faixa limitada. <a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimosbancariosfujadosjurosaltos3834thumb5703.jpg"><img title="emprestimos-bancarios-fuja-dos-juros-altos-38-34-thumb-570" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="118" alt="emprestimos-bancarios-fuja-dos-juros-altos-38-34-thumb-570" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimosbancariosfujadosjurosaltos3834thumb570_thumb3.jpg" width="156" align="right" border="0" /></a> </p>
<p align="justify">Nesta seção, são utilizadas equações lineares de oferta e demanda, “ela simplicidade e clareza com que ilustram certos tipos de análise”. </p>
<p align="justify">Deve-se observar que apenas os segmentos das curvas que estão no primeiro quadrante interessam à análise econômica. isto porque a oferta, o preço e a quantidade são, em geral, iguais a zero ou a um número positivo. </p>
<div align="justify"><span id="more-125"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">Por exemplo, nas formas mais simples de análise econômica: a oferta negativa significa que os artigos não estão disponíveis no mercado, seja porque não são produzidos ou porque são retidos até que um preço satisfatório seja oferecido por eles. </p>
<p align="justify">O preço negativo significa que são pagos preços aos compradores para a remoção de artigos do mercado. A demanda negativa significa que o preço é tão alto que impede a atividade do mercado, até que os artigos sejam oferecidos a um preço satisfatório. </p>
<p align="justify">Estes casos podem ocorrer, mas sua incidência não é freqüente, sendo examinados apenas em análises econômicas mais avançadas.</p>
<p align="justify">Isso é muito importante compreender que a reta oferece, matematicamente, uma descrição perfeitamente geral; as fórmulas para uma reta não indicam a faixa de valores de x e y que deverá ser considerada. </p>
<p align="justify">Quando ela é especificada, como no caso presente, onde interessam apenas os valores positivos ou nulos de x e y e, reciprocamente, onde preços ou quantidades negativas não são significativos, a faixa de valores de x e y é restrita. </p>
<p align="justify">Estas restrições baseiam-se na interpretação e no significado da equação para uma aplicação particular; elas não se baseiam nas suas propriedades matemáticas</p>
<p align="justify">inerentes. </p>
<p align="justify">Deve-se ter em mente este fato, a fim de evitar interpretações errôneas, principalmente quando se consideram equações mais complicadas.</p>
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		<title>&#193;sia de Olho na Crise Europeia</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 04:16:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dados de vários países da Ásia superaram esta semana as projeções de analistas, indicando que essas economias estão mais bem posicionadas para atravessar a crise da dívida da Europa.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong><em>Dados de vários países da Ásia superaram esta semana as projeções de analistas, indicando que essas economias estão mais bem posicionadas para atravessar a crise da dívida da Europa.<a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/juros3.jpg"><img title="juros" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="138" alt="juros" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/juros_thumb2.jpg" width="139" align="right" border="0" /></a> </em></strong></p>
<p align="justify">As bolsas da região subiram ontem após o anúncio de que as exportações da China subiram 48,5% em maio, mais que os 32% previstos, de que as taxas de desemprego na Coreia do Sul e Austrália caíram no mês passado, e de que a economia do Japão cresceu mais que o estimado no primeiro trimestre.</p>
<p align="justify">&quot;Os números são muito positivos&quot;, disse Brian Jackson, analista do Royal Bank of Canada em Hong Kong. &quot;Os países asiáticos têm situação fiscal muito sólida e há crescente demanda interna, o que os ajudará a se proteger de qualquer choque vindo da Europa.&quot;</p>
<div align="justify"><span id="more-122"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">O crescimento da Ásia contrasta com vários países europeus, que ainda podem ver seus PIBs encolherem, com o risco de uma &quot;recaída&quot; da recessão, disse Andrew Burns, principal redator do boletim &quot;Perspectivas Econômicas Globais&quot; de 2010 do Banco Mundial.</p>
<p align="justify">Europa Oriental, Ásia Central e América Latina são as regiões em desenvolvimento que mais correm risco de sofrer impacto decorrente da crise que começou na Grécia, afirmou Burns.</p>
<p align="justify">O Banco da Coreia citou ontem a situação europeia para manter sua taxa de juros referencial no nível historicamente baixo de 2%. &quot;Reina um grau considerável de incerteza sobre o rumo de crescimento atual, causada pelos problemas fiscais dos países europeus&quot;, disse o presidente do banco, Kim Choong Soo, e sua diretoria de política monetária, em comunicado ontem.</p>
<p align="justify">Ao mesmo tempo, a Ásia continuará liderando a retomada global, disse o vice-diretor-gerente do FMI, Naoyuki Shinohara, anteontem. Isso acarreta seus próprios desafios, com crescente ingresso de capital e o risco de superaquecimento, se as autoridades não conseguirem adotar uma ação &quot;apropriada&quot;, afirmou em discurso.</p>
<p align="justify">Sinais de solidez econômica na Ásia estão levando os governos a elevar suas projeções. O premiê Najib Razak, da Malásia, disse ontem que o país deve crescer 4,2%, em média, no período 2006-2010.</p>
<p align="justify">A economia do Japão cresceu à taxa anualizada de 5% no primeiro trimestre, puxada por exportações e gastos dos consumidores.</p>
<p align="justify">A Alfândega da China disse ontem que o país anotou um superávit de US$ 19,53 bilhões na balança comercial de maio.</p>
<p align="justify">Por outro lado, o déficit da balança comercial dos EUA se ampliou em abril ao seu nível mais alto em mais de um ano, à medida que as exportações caíram mais que as importações, conforme dados do Departamento do Comércio. A defasagem cresceu 0,6%, para US$ 40 bilhões, a mais expressiva desde dezembro de 2008.</p>
<p align="justify">Algumas economias na região estão crescendo em ritmo veloz o bastante para as autoridades começarem a elevar os custos de captação de recursos. O banco central da Nova Zelândia elevou sua taxa básica de juros, de seu mais baixo nível histórico, de 2,5%, para 2,75% , no seu primeiro aumento em três anos.</p>
<p align="justify">O banco central da Índia vem aumentando a taxa desde meados de março, em um quarto de ponto percentual a cada vez, levando a taxa referencial a 3,75%.</p>
<p align="justify">Na Austrália, que praticou uma agressiva rodada de aumentos de taxa de juros, uma forte expansão nos investimentos em mineração continua alimentando a demanda por trabalhadores. A taxa de desemprego declinou de 5,4% para 5,2% , quase metade do nível dos EUA e Europa.</p>
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		<title>Vai e vem econ&#244;mico e juros n&#227;o t&#227;o elevados</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 04:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1995, o Governo Federal desindexou a economia do Brasil, passando a adotar o valor nominal como referência das transações, na ilusão (e foram tempos de muita ilusão) de que passávamos a ter uma das moedas mais fortes do mundo e inflação, pretensamente, norte-americana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><b><i>Em 1995, o Governo Federal desindexou a economia do Brasil, passando a adotar o valor nominal como referência das transações, na ilusão (e foram tempos de muita ilusão) de que passávamos a ter uma das moedas mais fortes do mundo e inflação, pretensamente, norte-americana. <a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/sllll_dollar_sign.jpg"><img title="sllll_dollar_sign" style="border-right: 0px; border-top: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-left: 0px; margin-right: 0px; border-bottom: 0px" height="159" alt="sllll_dollar_sign" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/sllll_dollar_sign_thumb.jpg" width="218" align="right" border="0" /></a> </i></b></p>
<p align="justify">Ou seja, tornáramo-nos uma das nações cujos chamados fundamentos econômicos estariam entre os melhores do planeta.</p>
<p align="justify">Já em 1998, a realidade do crescimento da dívida pública começava a se impor à ilusão. Daí decorre o início do vigoroso processo de aumento da carga tributária, em especial, por meio das chamadas contribuições sociais, agora aplicadas inclusive sobre os rendimentos do capital em giro ou das poupanças privadas das empresas.</p>
<div align="justify"><span id="more-119"></span></div>
<p align="justify">
<p align="justify">Nesse cenário, cada vez mais, se discute se a taxa referencial de juros é elevada, constituindo a razão de a economia não crescer. Será? Para começar a responder, calculamos abaixo o impacto tributário sobre os rendimentos derivados da taxa SELIC, hoje em 16% ao ano; deduzimos o efeito do IGP-M acumulado de 9,61% nos últimos 12 meses; e determinamos, assim, o rendimento real líquido resultante aos investidores. Para esses cálculos foram levadas em consideração três categorias de investidores: primeiro, os grandes investidores tributados pela modalidade de lucro real; segundo, os investidores tributados sob a forma de lucro presumido; e finalmente, as pessoas físicas.</p>
<p align="justify">Os resultados demonstram que os grandes investidores estão pagando 40,37% de impostos sobre a taxa SELIC, as pessoas jurídicas tributadas pelo lucro presumido, 36,69%, e as pessoas físicas, 20,38% (20% de imposto de renda e 0,38% de CPMF). Mas o mais relevante é que esses percentuais são aplicados sobre parcela preponderante de inflação incluída na taxa de juros. Ou seja, o efeito do valor nominal sobre as transações que desindexou a economia apenas em benefício do Governo.</p>
<p align="justify">Outro aspecto que sequer tangencia as discussões sobre a política de juros, embora de sua essência, é relacionado com o fluxo financeiro do Governo. Enquanto o pagamento da dívida pública pela União é mandado para as calendas, os tributos são constantemente arrecadados para fazer face às outras necessidades de caixa. Nesse cenário, quanto mais juros forem oferecidos, maior é a geração de caixa (arrecadação) obtida à custa da drenagem dos recursos das poupanças privadas. Ademais, o mesmo ônus tributário irá ser repassado pelo sistema financeiro em suas taxas de empréstimos, sobre as quais novamente irão incidir encargos tributários.</p>
<p align="justify">Portanto, é possível afirmar que: a) o rendimento real líquido não se inclui entre os mais atraentes para os investidores e, via de conseqüëncia, sua taxa nominal &#8211; sem considerar os riscos do País &#8211; não é elevada; b) ao tributar também a inflação, e não apenas o rendimento real, é praticado verdadeiro confisco tributário da poupança privada; e c) a atual forma de tributação dos ganhos independente de seu resgate desestimula o Governo a captar recursos de outras formas e fontes para cobrir seus gastos correntes e investimentos.</p>
<p align="justify">A combinação de altas taxas de juros com alta carga tributária, iniciada em 1995 pela fixação do valor nominal das transações, acelerada em 1998 com a tributação e, desde 1999, com as taxas nominais de juros, pode ter criado até mesmo a falsa medida de que em relação à atividade produtiva o investimento financeiro venha sendo o mais rentável.</p>
<p align="justify">Com a estagnação das atividades produtivas ao longo do mesmo período, não fora o confisco da poupança privada, como poderia ter sido possível o significativo aumento da arrecadação tributária. Sempre, a carga tributária ao invés da eficiência da gestão.</p>
<p align="justify">Uma boa imagem para essa política econômica pode ser a da montanha-russa, pois sobe, desce, sobe e desce de novo, é emocionante e chega sempre ao mesmo lugar. Nem precisa esforço para a condução. Bastou construi-la.</p>
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		<title>O real cai pela crescente preocupa&#231;&#227;o sobre a Gr&#233;cia e China.</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Mar 2010 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A moeda de Brasil se depreciou pelo terceiro pregão consecutivo, no meio das preocupações de que os problemas de dívida soberana da zona do euro e as medidas do governo chinês para impedir bolhas de ativos. Os índices de futuros das taxas de juros subiram logo após que as previsões da inflação para fim de ano aumentaram por nono pregão consecutivo em um...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A moeda de Brasil se depreciou pelo terceiro pregão consecutivo, no meio das preocupações de que os problemas de <a href="http://emprestimospessoal.com/" target="_blank">dívida </a>soberana da zona do euro e as medidas do governo chinês para impedir bolhas de ativos.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo11_thumb1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-276 alignright" title="emprestimo11_thumb.jpg" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo11_thumb1-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Os índices de futuros das taxas de juros subiram logo após que as previsões da inflação para fim de ano aumentaram por nono <a href="http://bovespaacoes.com/" target="_blank">pregão </a>consecutivo em um relevamento do Banco Central do Brasil. Isto incrementou as expectativas de que o <a href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central</a> vai subir no mês de abril a taxa de juros referencial, Selic, pela primeira vez em dois anos.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-74"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Uma queda dos preços das matérias primas também ajudou a depreciação da moeda brasileira, na medida em que aumentava a preocupação de que <a title="Advertem risco de uma bolha financeira no Brasil" href="http://trtaxa.com/advertem-risco-de-uma-bolha-financeira-no-brasil/" target="_blank">China</a> possa tomar medidas para frear o crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O real se depreciava 0,28% perante o dólar, cotando a 1,802/1,804 unidades por divisa estadounidense. Previamente a esta segunda feira, o real chegou a se cotar a 1,812 unidades por dólar, o seu menor nível em três semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os mercados estam sobre estrese hoje” falu Renato Tavares, operador da bolsa da empresa Intrader de São Paulo, “eventos globais e locais estão aumentando a percepção de <a title="Rating positivo e emissão de debêntures da Rodobens" href="http://trtaxa.com/rating-positivo-e-emissao-de-debentures-da-rodobens/" target="_blank">risco </a>aqui no Brasil” agregou.</p>
<p style="text-align: justify;">Altos níveis de divida gubernamental afetaram o crecimento no mundo desenvolvido, falou no domingo John Lipsky, subdiretor do Fundo Monetário Internacional, FMI.</p>
<p style="text-align: justify;">Grécia enfrenta a oposição de Alemanha para receber ajuda necessária para amortizar o maior déficit orçamentário da zona do euro. “A situação da Grécia esta na mente de cada <a href="http://fundosinvestimentos.com/" target="_blank">investidor </a>e é esta a razão pela que os mercados estão levando a pior parte, falou “Luciano Rostagno, economista da CM Capital Markets, num comunicado.</p>
<p style="text-align: justify;">Brasil reportou um déficit da sua conta corrente de u$s3.250 milhões em fevereiro, cifra maior do esperado, o que empolgou ainda mais as perdas cambiarias, e o <a href="http://www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central</a> projeta que o saldo negativo vai aumentar para 4.000 milhões de reais este mês.</p>
<p style="text-align: justify;">O fluxo cambiário de Brasil deu um saldo negativo de u$s2.666 milhões em março até o dia 18, agregou a autoridade monetária. O chamado relevamento Focus do Banco Central amostrou segunda-feira que a <a href="http://ainflacao.com/" target="_blank">inflação </a>se acelera este e o próximo ano para níveis superiores do centro da meta inflacionaria do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">O Banco Central tem uma meta de inflação de 4,5% para 2010 e 2011, com uma <a title="Real se aprecia apoiado pelo apetite de risco dos investidores." href="http://trtaxa.com/real-se-aprecia-apoiado-pelo-apetite-pelo-risco-no-mundo-dos-investidores/" target="_blank">tolerância </a>de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.</p>
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		<title>Real se aprecia apoiado pelo apetite de risco dos investidores.</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>PMorales</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Riscos na Economía]]></category>
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		<description><![CDATA[O real brasileiro se beneficiou quarta-feira do avanço do apetite pelo risco após a decisão da Reserva Federal dos Estados Unidos de deixar as taxas de juros estáveis por um longo tempo ainda, e fechou com ganhos de 0,11%. A moeda brasileira cotou a 1,766 reais por dólar, num mercado que está a espera ainda da decisão de política monetária do Banco Central do Brasil, que tem programado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O real brasileiro se beneficiou quarta-feira do avanço do apetite pelo <a title="Real se aprecia apoiado pelo apetite de risco dos investidores." href="http://trtaxa.com/real-se-aprecia-apoiado-pelo-apetite-pelo-risco-no-mundo-dos-investidores/">risco</a> após a decisão da Reserva Federal dos Estados Unidos de deixar as taxas de juros estáveis por um longo tempo ainda, e fechou com ganhos de 0,11%.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/TAXA14.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-342 alignright" title="TAXA1" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/TAXA14-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A moeda brasileira cotou a 1,766 reais por dólar, num mercado que está a espera ainda da decisão de política monetária do <a href="www.bcb.gov.br/" target="_blank">Banco Central</a> do Brasil, que tem programado anunciar o novo valor (no caso que seja decidido muda-lo) das <a href="http://trtaxa.com/" target="_blank">taxas de juros</a> no Brasil na quarta-feira logo após que os mercados financeiros fechem.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-66"></span>Nos mercados externos o dólar marcava uma queda perante moedas de alto <a title="TR, taxa que corrige a poupança, caiu a zero" href="http://trtaxa.com/tr-taxa-que-corrige-a-poupanca-caiu-a-zero/" target="_blank">rendimento</a>, entanto que perante uma cesta de divisas referenciais perdia um 0,1% cotando a 79,710 após ter alcançado seu mínimo em seis semanas de 79,507.</p>
<p style="text-align: justify;">O Comitê de Política Monetária do Banco Central, conhecido como o Copom, conclui na quarta-feira dois días de encontros de política monetária, no meio de pouco acordo entre os analistas no que diz respeito a<a title="Taxas dos Bancos de até 12,3% ao ano" href="http://trtaxa.com/taxas-dos-bancos-de-at-123-ao-ano/" target="_blank"> taxa Selic</a> e se a mesma sofrerá um alta nesta reunião ou na próxima que está agendada par ao mês de abril.</p>
<p style="text-align: justify;">A Selic e uma das ferramentas que o governo tem para frear a pressão da inflação que tem se visto em muitos rubros comerciais do Brasil, causada pelo sobre aquecimento da economia que vem presenciando o Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo fortalecimento da moeda perante o <a href="http://dolarcotacao.net/" target="_blank">dólar</a>, a obtenção das sedes do Mundial 2014 e das Olimpíadas 2016, e ter sido um dos primeiros <a title="Advertem que Brasil corre perigo de ser vítima de uma enorme bolha financeira." href="http://trtaxa.com/advertem-que-brasil-corre-perigo-de-ser-vitima-de-uma-enorme-bolha-financeira/" target="_blank">paises emergentes</a> em se livrar da crise, e finalmente por estar os mercados habituais como USA y Europa tão conturbadas, e que os <a href="http://fundosinvestimentos.com/" target="_blank">investidores</a> apontaram seus recursos em paises como o Brasil, e isso aumenta a liquidez no mercado e agita as águas e faz preciso tomar medidas que venham conter bolhas financeiras, ou capitais especulativos que prejudiquem o saudável crescimento que o Brasil tem demonstrado até o momento.</p>
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