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Projeção de analistas tem 15ª alta consecutiva


jpmorgan_selicviagra for saleder=”0″ />A projeção de analistas do mercado financeiro consultados pelo Banco Central (BC) para o crescimento da economia este ano teve a 15º alta seguida. A estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, subiu de 7,06% 7,13%. Para 2011, permaneceu em 4,50%.

Os dados constam do boletim Focus, publicação semanal do BC elaborada com base em projeções de analistas do mercado financeiro para os principais indicadores da economia.

Para o crescimento da produção industrial neste ano, a estimativa foi ajustada de 11,32% para 11,94%. Os analistas mantiveram a previsão para o próximo ano em 5%.

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Preços pressionam os juros


O relatório de inflação, que será divulgado na quarta-feira deverá apresentar novas projeções para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, o indicador oficial), tanto no cenário de referência, com que trabalha o Banco C

entral, quanto no de mercado. doubt

A avaliação é dos economistas do banco espanhol Santander, que consideram a austeridade como marca principal das próximas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) para trazer a inflação para dentro da meta.

Por isso mesmo, enquanto a maioria do mercado projeta uma taxa Selic de 12% em dezembro, o Santander aposta que os juros chegarão a 12,75% ao ano, passando logo em seguida para 13% em janeiro de 2011.

BC anuncia medida para retirar R$ 1,6 bi da economia


O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (25) a elevação de 42% para 43% da taxa sobre o depósito compulsório – o total de dinheiro que as instituições financeiras são obrigadas a deixar em uma conta do BC – sobre as aplicações à vista. A

medida serve para tirar dinheiro do mercado e ajudar a controlar o aquecimento da economia. economia-00

A mudança vai aumentar o recolhimento de dinheiro do BC em R$ 1,6 bilhão, segundo o governo, e o impacto financeiro vai ocorrer no dia 7 de julho. Em fevereiro, o BC já tinha anunciado a retirada de R$ 71 bilhões do mercado.

O BC informou que a alíquota dos compulsórios vai continuar aumentando gradativamente: 44% em julho de 2012 e 45% em julho de 2014. Isso significa que cada vez mais grana sairá da economia brasileira no futuro.

Consumo, crescimento e equilibrio


O PIB brasileiro terá em 2010 a mais expressiva expansão dos últimos dez anos. O maior índice de crescimento, 6,1% em 2007, será superado este ano, devendo ficar em torno de 7%, segundo estimativas de analistas e do governo. cialis orderttp://trtaxa.com/wp-content/uploads/noticia_12632120444b4b160c2502c.jpg”>noticia_12632120444b4b160c2502c

Vale citar que, caso o país conseguisse manter esse nível nos próximos dez anos o PIB dobraria no período. Um dos fatores preponderantes para o crescimento da economia brasileira tem sido o consumo das famílias.

Nos últimos anos a demanda vem se mantendo aquecida em parte por causa dos ganhos reais dos rendimentos de um grande contingente que se beneficia de programas da seguridade social, como o Bolsa Família, que só este ano conta com recursos que somam mais de R$ 13 bilhões, e os benefícios previdenciários, que só no início de 2010 teve um reajuste nominal de 10% frente a uma inflação ao consumidor de 4% em 2009.

Não há bolha no mercado de crédito


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<div style=Roulette Sniper – CB’s #1 Premium Roulette Systemeal1″ src=”http://trtaxa.com/wp-content/uploads/real1_thumb1.jpg” width=”148″ align=”right” border=”0″ />A pesar do crescimento do volume de financiamentos em maio, o mercado de crédito no Brasil vive uma situação saudável. Na avaliação do economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, "não há bolha de crédito". 

A expansão dos financiamentos acontece em várias modalidades, com destaque especial para o setor imobiliário. "O prazo médio, que vinha caindo, voltou a subir, o que é uma boa notícia", explica Gonçalves.

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Juros do crédito aumentam mais para as empresas


As taxas de juros cobradas nos empréstimos subiram em maio, segundo dados do Banco Central, divulgados hoje. A maior alta foi para as empresas (27% ao ano), com elevação de 0,7 ponto percentual. Elimina Las Estrías – Nuevo Nicho En Español!om/wp-content/uploads/juros14.jpg”>juros (1)

Para as famílias, o aumento foi de 0,4 ponto percentual, passando para 41,5% ao ano. Com isso, a taxa geral subiu 0,6 ponto percentual e foi para 34,9% ao ano.

Essas elevações vieram depois de alta na taxa básica, a Selic, que serve de referência para os juros cobrados nos empréstimos. Em abril, o BC elevou a Selic de 8,75% ao ano para 9,50% ao ano e neste mês, para 10,25% ao ano.

Arrecadação soma R$ 318 bi até maio


A arrecadação de tributos federais e contribuições previdenciárias bateu recorde pela oitava vez consecutiva. De acordo com dados da Receita Federal, divulgados ontem, o recolhimento somou R$ 61,114 bilhões em maio, recorde para o mês.

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O montante foi, ainda, 16,55% superior (em termos reais, ou seja, corrigido pela inflação) ao registrado no quinto mês do ano passado.

A arrecadação acumulada neste ano também foi a maior para o período de toda série histórica, iniciada em 1995. De janeiro a maio, a Receita registrou a soma de R$ 318,003 bilhões, que representa alta de 13,27% ao comparar com os cinco primeiros meses de 2009. Dados da Receita mostram, ainda, que a arrecadação de janeiro a maio em valores nominais (sem correção pelo IPCA) já é R$ 50,66 bilhões maior do que a obtida em igual período de 2009.

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