Busca:

Categoria Arquivos: Selic

Segundo executivo do Itaú, Banco Central cortará Selic


O Banco Central (BC) deve fazer cinco cortes de 0,5 ponto porcentual e baixar a taxa básica de juros, a Selic, para 9,5%”, projetou o vice-presidente de Controle de Riscos e Financeiro do Itaú Unibanco Holdings, Sérgio Werlang, que foi responsável pela implantação do regime de metas de inflação quando diretor do BC na gestão de Armínio Fraga.

emprestimo11

Werlang lembrou que o BC, comandado por Alexandre Tombini, têm citado a perspectiva de baixo crescimento mundial como fator para contenção da inflação.

“Acho que o cenário do BC é bastante realista”, disse Werlang. “Mesmo se a Europa resolver logo sua situação terá crescimento lento por dois ou três anos. E se não houver uma solução rápida, o cenário pode piorar bastante”.

Mais

Aposta de Selic menor deixa juros futuros divididos


A curva a termo de juros futuros passou por uma inclinação no pregão de hoje, com as taxas curtas perto da estabilidade e acúmulo de prêmios nos vencimentos longos. Para operadores, esse movimento ocorre devido à percepção de que as autoridades europeias estão próximas de uma solução que minimize a crise de dívida e bancária da região, enquanto o corte de pelo menos 0,50 ponto porcentual da Selic no próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) já está contratado, o que diminui o espaço para oscilações mais fortes nos DIs curtos. Prova disso é que a queda de 0,53% do IBC-Br de agosto ante julho não impôs pressão de baixa nesses vencimentos.

emprestimo9

Assim, ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2013 (299.925 contratos) estava em 10,45%, de 10,46% no ajuste, enquanto o DI janeiro de 2014, com giro de 131.860 contratos, subia a 10,74%, de 10,70%. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 (26.150 contratos) avançava para 11,19%, de 11,12% no ajuste de terça-feira, e o DI janeiro de 2021 (2.925 contratos) indicava 11,21%, de 11,14% no ajuste.

Mais

Mercado antecipa o Banco Central e taxa de juros recua


Em um cenário de desaceleração do ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e incertezas na economia mundial, a expectativa do mercado é de sucessiva queda na taxa básica de juros (Selic), até o patamar de 11% ao ano em 2011.

emprestimo12

Diante deste cenário, o sistema bancário se antecipa e realiza reajustes em suas taxas para operações de crédito, com tendência de recuo em maior velocidade do que a Selic no segmento de pessoa física, apontam especialistas. Outro fator indicado para a queda do custo do crédito é a maior oferta com redução da demanda, o que eleva a competitividade entre as instituições financeiras.

Mais

Resultado do IPCA sentencia corte de 0,5 ponto percentual da Selic, diz André Perfeito


O resultado de alta de 0,53% do IPCA em setembro, a maior para o mês em 8 anos, indica que deve ocorrer um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros do País, segundo análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.emprestimo11

“Trabalhamos com 3 cortes de 50 pontos-base, fazendo a Selic chegar no início de 2012 em 10,50%”, diz Perfeito.

Para o resultado de setembro, o modelo da Gradual apontava inflação mais modesta, em 0,45%. “O vilão desta vez foram as passagens aéreas, que, segundo o instituto, representaram quase 17% da alta do IPCA este mês. Este impacto deve ser mitigado já em outubro, juntamente com outro grupo que andou estressando o índice, o da habitação”.

Mais

Redução da Selic vai melhorar indicadores industriais, diz CNI


A redução da taxa básica de juros resultará em melhoria dos indicadores industriais, em um efeito cascata, ao melhorar a oferta de crédito com conseqüente impacto positivo na demanda das famílias, que vão consumir mais. A avaliação é do gerente executivo e economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco.

econo1

Segundo ele, é preciso ficar atento a dois sinais que vão interagir até o final do ano e que são importantes. “De um lado, o sinal positivo de expansão dado pela queda da taxa básica de juros e, por outro lado, a crise internacional, que gera incertezas e turbulências que podem impactar, principalmente, no comércio exterior”, disse. Mesmo assim, para o economista, a expectativa é que haja uma melhora dos indicadores industriais no segundo semestre ante o primeiro semestre.

Mais

Para Amir Khair, aumento da Selic agrava a inflação


Diante da decisão do governo de reduzir as taxas de juros, “os guardiões da inflação fazem uma verdadeira chantagem inflacionária, para pressionar o BC a manter a Selic elevada”, afirma o economista Amir Khair. “É o seu lucro em jogo e desfilam argumentos para mostrar que há ameaça de inflação no horizonte, pois: a) os preços dos serviços caminham para crescer 8% a 9% neste ano; b) o reajuste salarial de algumas categorias de trabalhadores está sendo feito acima da inflação passada; c) o novo salário mínimo vai aumentar o consumo e; d) os preços das commodities não vão cair, pois a China continuará a ter crescimento forte, demandando produtos”.

INF1

Para o economista, há duas posições em debate. “A dos guardiões da inflação, liderada pelo mercado financeiro, vê inflação crescente devido ao excesso da demanda em relação à oferta. Para combater a inflação advogam a redução do consumo via elevação da Selic. Se o Banco Central (BC) não manter a Selic em nível elevado, perde a credibilidade e não ancora as expectativas dos formadores de preços, etc”, avalia. “Para essa corrente o país não pode crescer acima de 3,5%, pois fatalmente seria rompido o teto da meta de inflação de 6,5%, gerando o descontrole dos preços”, afirma em artigo publicado na Carta Maior.

Mais

Mercado já vê Selic abaixo de 10%


Gradualmente, economistas e analistas de mercado reforçam as apostas que a taxa básica de juros pode cair para o emblemático patamar de um dígito no ano que vem.

mfBXpQy

Ainda é cedo para dizer que o mercado "deu o braço a torcer" ao Banco Central, após a surpreendente decisão de agosto de cortar a Selic para 12% ao ano. Mas o Relatório Trimestral de Inflação divulgado na semana passada consolidou o entendimento de que os cortes da taxa não se restringem a 2011.

"Mantemos nossa previsão de que a próxima reunião do Copom vai cortar a Selic em 100 pontos básicos, para 11%, e que a Selic vai terminar o ano em 9,5%," disse Tony Volpon, chefe de pesquisa de mercados emergentes da Nomura Securities em Nova York, em uma mensagem para clientes. "Ao mesmo tempo, reconhecemos a probabilidade de mais cortes se o cenário externo se deteriorar mais." No início de setembro, Volpon acreditava que o BC cortaria a Selic para 11,5% em outubro.

Mais

Este blog é alimentado por WordPress | Termos de uso do conteúdo | Retratação

FinancialRed.com | Canal Brasil