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Categoria Arquivos: TR taxa 2010

A TR Taxa Selic em 2010


A taxa SELIC, o juro básico da economia, se mantém em 8,75%a.a. desde julho/09. O processo de queda da SELIC foi acompanhado pela redução das taxas de juros praticadas pelo sistema bancário, em destaque para o cheque especial e o crédito pessoal.istockphoto_11776794-display-stock-market-charts

A grande maioria das pessoas atrela as oscilações das taxas de juros praticadas pelos bancos diretamente ao aumento ou queda da taxa SELIC, mas não é tão simples assim.

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IGP-M abaixo do esperado


Os principais contratos de juros futuros fecharam esta quarta-feira (29) em leve queda no mercado futuro da BM&F, em mais uma sessão com baixo volume de negócios. Os investidores avaliaram o resultado mensal do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), calibrando suas apostas para o futuro da Selic.

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Mais cedo, a FGV (Fundação Getulio Vargas) publicou o IGP-M de dezembro, que registrou inflação de 0,69%, resultado abaixo das projeções do mercado (de +0,80%, de acordo com o último relatório Focus). No mês anterior, o índice havia apontado alta nos preços de 1,45%. Essa redução foi motivada principalmente pela menor alta dos preços ao produtor, enquanto a inflação ao consumidor e na construção civil acelerou na passagem mensal.

André Perfeito, economista da Gradual Investimentos, destaca em relatório que o resultado abaixo do esperado ofusca a pressão dos alimentos sobre os preços aos consumidores. O resultado no acumulado de 2010, de 10,32%, também é motivo de atenção.

Superávit primário

O setor público brasileiro apresentou um superávit primário de R$ 4,166 bilhões durante o mês de novembro, segundo dados divulgados pelo Banco em sua Nota de Política Fiscal. O superávit primário acumulado em 2010 atingiu R$ 90,843 bilhões, representando 2,74% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Nos mesmos onze meses de 2009, o resultado ficara em 2,24% do PIB à época, ou R$ 64,613 bilhões.

Segundo a consultoria Rosenberg, a meta para o superávit só poderá ser cumprida se houver alguns abatimentos nos gastos. De acordo com a análise, o governo poderá abater gastos relativos ao PAC, de aproximadamente 0,6% do PIB, se quiser cumprir a meta estabelecida.

Durante entrevista nesta quarta-feira, o chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, anunciou que há uma elevação na previsão para o patamar da dívida líquida do setor público em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) em 2010. De acordo com números apresentados, a estimativa oficial para o indicador subiu de

40% do PIB para 40,3% no fim de dezembro deste ano.

Inadimplência das empresas

A inadimplência das empresas brasileiras avançou 10,5% em novembro deste ano, frente o mês de outubro, configurando-se como o maior aumento constatado desde março. De acordo com o Indicador Serasa Experian

de Inadimplência das Empresas, no entanto, houve queda significativa no acumulado do ano, com decréscimo de 5,9%.

Segundo a Serasa, o crescimento mensal verificado na inadimplência das empresas é pontual e decorre das pressões de custos sobre o caixa, como o pagamento da primeira parcela do 13º salário, as compras de composição dos estoques para o Natal e importações para a data.

Contrato de janeiro de 2012 fechou com taxa de 12,10%

O contrato de juros de maior liquidez nesta quarta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,10%, 0,03 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira.

A seguir confira o fechamento das taxas dos principais contratos de DI futuro na BM&F:

Vencimento Taxa atual Taxa anter Diferença Contr Neg
Janeiro de 2011 10,64 10,63 +0,01 5.905
Fevereiro de 2011 10,78 10,79 -0,01 21.045
Abril de 2011 11,16 11,17 -0,01 35.135
Julho de 2011 11,64 11,64 0,00 68.865
Outubro de 2011 11,94 11,96 -0,02 3.945
Janeiro de 2012 12,10 12,13 -0,03 106.880
Abril de 2012 12,24 12,31 -0,07 650
Julho de 2012 12,32 12,37 -0,05 47.085
Janeiro de 2013 12,32 12,37 -0,05 70.175
Abril de 2013 12,33 12,39 -0,06 1.605
Julho de 2013 12,30 12,36 -0,06 285

Fonte: Yahoo Brasil

Expectativas dos Bancos para 2011


Se as instituições financeiras estão em dúvida quanto à política fiscal a ser adotada no próximo governo e aos próximos passos do Banco Central, a certeza é de que os juros subirão no próximo ano, a economia brasileira cresce menos, o crédito recua e a inadimplência não é um fator preocupante.

A conclusão é da pesquisa Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), realizada junto as 28 maiores instituições financeiras brasileiras.

“Não há consenso no mercado quanto aos próximos passos do Banco Central. Ainda é cedo para avaliar o impacto das medidas macroprudenciais anunciadas recentemente”, destacou o economista chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, durante a apresentação dos dados, nesta terça-feira. Mais

BC toma medidas para conter o crédito


Com expectativa de que o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) promovam mais mudanças na concessão de crédito e na economia brasileira para conter a infl

ação em 2011 e atingir o avanço esperado de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, apresentou ontem, pesquisa promovida pela instituição que mostra as expectativas do mercado financeiro para os próximos anos.

Segundo o especialista, ainda não é possível prever quais serão as consequências das mudanças promovidas pelo BC e pelo CMN – que elevaram a exigência de depósito compulsório dos bancos sobre os depósitos à vista e a prazo – mas, não se pode negar que a economia terá um recuo em 2011 e 2012.

“Nossa expectativa é de um crescimento de 4,5%, que vai de encontro ao que o mercado antecipou anteriormente. Mas, mesmo com as medidas de restrição ao crédito, uma política monetária mais austera para 2011 e expectativa de que ao longo do ano a taxa básica de juro [Selic] aumente em comparação com 2010, a economia terá um crescimento positivo”, enfatiza. Mais

Copom não deixa claro o que acontecerá com a taxa básica da economia em janeiro


A aguardada ata do Comitê de Política Monetária (Copom), última assinada por Henrique Meirelles como presidente do Banco Central, atirou para todos os lados, mas não deixou

claro o que acontecerá com a taxa básica de juros (Selic) em 2011.

Classificado como ambígua por grande parte dos especialistas, o documento reconheceu que os sinais inflacionários neste fim de ano vieram mais fortes do que a autoridade monetária esperava. Destacou também que as incertezas no cenário econômico estão acima dos níveis comuns. A despeito de toda a deterioração das expectativas, evidenciou receios e até uma divisão da diretoria sobre uma possível mudança de estratégia a partir de janeiro.

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Selic maior eleva juros e limita ganho


A deterioração recente das expectativas de inflação doméstica reforçou no mercado de juros a aposta de alta da Selic no curto prazo, o que levou os agentes a adicionarem mais prêmios às taxas dos contratos na BM&FBovespa.

Os ajustes de alta foram maiores nos contratos que vencem em 2011, mas os vencimentos até 2014 também subiram, a despeito do desempenho mais fraco que o esperado da produção industrial brasileira em outubro e da desaceleração do IPC-Fipe em novembro.

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Inscrição de concurso dos Correios vai ser devolvida em janeiro


Os Correios pretendem devolver somente a partir de 10 de janeiro o valor das inscrições do concurso público cancelado, que variaram de R$ 30 a R$ 60.

A estatal anunciou ontem oficialmente o cancelamento do c

ertame para preencher 6.565 vagas, o maior do país em número de inscritos, com mais de 1 milhão de candidatos. O edital de um novo concurso foi publicado no "Diário Oficial

da União", mas sem detalhes.

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