Postado por PMorales no 1 de março de 2011
A taxa SELIC, o juro básico da economia, se mantém em 8,75%a.a. desde julho/09. O processo de queda da SELIC foi acompanhado pela redução das taxas de juros praticadas pelo sistema bancário, em destaque para o cheque especial e o crédito pessoal.
A grande maioria das pessoas atrela as oscilações das taxas de juros praticadas pelos bancos diretamente ao aumento ou queda da taxa SELIC, mas não é tão simples assim.
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Postado por PMorales no 29 de dezembro de 2010
Os principais contratos de juros futuros fecharam esta quarta-feira (29) em leve queda no mercado futuro da BM&F, em mais uma sessão com baixo volume de negócios. Os investidores avaliaram o resultado mensal do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), calibrando suas apostas para o futuro da Selic.

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Mais cedo, a FGV (Fundação Getulio Vargas) publicou o IGP-M de dezembro, que registrou inflação de 0,69%, resultado abaixo das projeções do mercado (de +0,80%, de acordo com o último relatório Focus). No mês anterior, o índice havia apontado alta nos preços de 1,45%. Essa redução foi motivada principalmente pela menor alta dos preços ao produtor, enquanto a inflação ao consumidor e na construção civil acelerou na passagem mensal.
André Perfeito, economista da Gradual Investimentos, destaca em relatório que o resultado abaixo do esperado ofusca a pressão dos alimentos sobre os preços aos consumidores. O resultado no acumulado de 2010, de 10,32%, também é motivo de atenção.
Superávit primário
O setor público brasileiro apresentou um superávit primário de R$ 4,166 bilhões durante o mês de novembro, segundo dados divulgados pelo Banco em sua Nota de Política Fiscal. O superávit primário acumulado em 2010 atingiu R$ 90,843 bilhões, representando 2,74% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. Nos mesmos onze meses de 2009, o resultado ficara em 2,24% do PIB à época, ou R$ 64,613 bilhões.
Segundo a consultoria Rosenberg, a meta para o superávit só poderá ser cumprida se houver alguns abatimentos nos gastos. De acordo com a análise, o governo poderá abater gastos relativos ao PAC, de aproximadamente 0,6% do PIB, se quiser cumprir a meta estabelecida.
Durante entrevista nesta quarta-feira, o chefe-adjunto do Departamento Econômico do Banco Central, Túlio Maciel, anunciou que há uma elevação na previsão para o patamar da dívida líquida do setor público em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) em 2010. De acordo com números apresentados, a estimativa oficial para o indicador subiu de
40% do PIB para 40,3% no fim de dezembro deste ano.
Inadimplência das empresas
A inadimplência das empresas brasileiras avançou 10,5% em novembro deste ano, frente o mês de outubro, configurando-se como o maior aumento constatado desde março. De acordo com o Indicador Serasa Experian
de Inadimplência das Empresas, no entanto, houve queda significativa no acumulado do ano, com decréscimo de 5,9%.
Segundo a Serasa, o crescimento mensal verificado na inadimplência das empresas é pontual e decorre das pressões de custos sobre o caixa, como o pagamento da primeira parcela do 13º salário, as compras de composição dos estoques para o Natal e importações para a data.
Contrato de janeiro de 2012 fechou com taxa de 12,10%
O contrato de juros de maior liquidez nesta quarta-feira, com vencimento em janeiro de 2012, registrou uma taxa de 12,10%, 0,03 ponto percentual abaixo do fechamento de terça-feira.
A seguir confira o fechamento das taxas dos principais contratos de DI futuro na BM&F:
| Vencimento |
Taxa atual |
Taxa anter |
Diferença |
Contr Neg |
| Janeiro de 2011 |
10,64 |
10,63 |
+0,01 |
5.905 |
| Fevereiro de 2011 |
10,78 |
10,79 |
-0,01 |
21.045 |
| Abril de 2011 |
11,16 |
11,17 |
-0,01 |
35.135 |
| Julho de 2011 |
11,64 |
11,64 |
0,00 |
68.865 |
| Outubro de 2011 |
11,94 |
11,96 |
-0,02 |
3.945 |
| Janeiro de 2012 |
12,10 |
12,13 |
-0,03 |
106.880 |
| Abril de 2012 |
12,24 |
12,31 |
-0,07 |
650 |
| Julho de 2012 |
12,32 |
12,37 |
-0,05 |
47.085 |
| Janeiro de 2013 |
12,32 |
12,37 |
-0,05 |
70.175 |
| Abril de 2013 |
12,33 |
12,39 |
-0,06 |
1.605 |
| Julho de 2013 |
12,30 |
12,36 |
-0,06 |
285 |
Fonte: Yahoo Brasil
Postado por PMorales no 21 de dezembro de 2010
Se as instituições financeiras estão em dúvida quanto à política fiscal a ser adotada no próximo governo e aos próximos passos do Banco Central, a certeza é de que os juros subirão no próximo ano, a economia brasileira cresce menos, o crédito recua e a inadimplência não é um fator preocupante.

A conclusão é da pesquisa Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercado, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), realizada junto as 28 maiores instituições financeiras brasileiras.
“Não há consenso no mercado quanto aos próximos passos do Banco Central. Ainda é cedo para avaliar o impacto das medidas macroprudenciais anunciadas recentemente”, destacou o economista chefe da Febraban, Rubens Sardenberg, durante a apresentação dos dados, nesta terça-feira. Mais
Postado por PMorales no 20 de dezembro de 2010
Com expectativa de que o Banco Central (BC) e o Conselho Monetário Nacional (CMN) promovam mais mudanças na concessão de crédito e na economia brasileira para conter a infl
ação em 2011 e atingir o avanço esperado de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB), o economista-chefe da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Rubens Sardenberg, apresentou ontem, pesquisa promovida pela instituição que mostra as expectativas do mercado financeiro para os próximos anos.

Segundo o especialista, ainda não é possível prever quais serão as consequências das mudanças promovidas pelo BC e pelo CMN – que elevaram a exigência de depósito compulsório dos bancos sobre os depósitos à vista e a prazo – mas, não se pode negar que a economia terá um recuo em 2011 e 2012.
“Nossa expectativa é de um crescimento de 4,5%, que vai de encontro ao que o mercado antecipou anteriormente. Mas, mesmo com as medidas de restrição ao crédito, uma política monetária mais austera para 2011 e expectativa de que ao longo do ano a taxa básica de juro [Selic] aumente em comparação com 2010, a economia terá um crescimento positivo”, enfatiza. Mais
Postado por PMorales no 16 de dezembro de 2010
A aguardada ata do Comitê de Política Monetária (Copom), última assinada por Henrique Meirelles como presidente do Banco Central, atirou para todos os lados, mas não deixou
claro o que acontecerá com a taxa básica de juros (Selic) em 2011.

Classificado como ambígua por grande parte dos especialistas, o documento reconheceu que os sinais inflacionários neste fim de ano vieram mais fortes do que a autoridade monetária esperava. Destacou também que as incertezas no cenário econômico estão acima dos níveis comuns. A despeito de toda a deterioração das expectativas, evidenciou receios e até uma divisão da diretoria sobre uma possível mudança de estratégia a partir de janeiro.
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Postado por PMorales no 7 de dezembro de 2010
A deterioração recente das expectativas de inflação doméstica reforçou no mercado de juros a aposta de alta da Selic no curto prazo, o que levou os agentes a adicionarem mais prêmios às taxas dos contratos na BM&FBovespa.
Os ajustes de alta foram maiores nos contratos que vencem em 2011, mas os vencimentos até 2014 também subiram, a despeito do desempenho mais fraco que o esperado da produção industrial brasileira em outubro e da desaceleração do IPC-Fipe em novembro.
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Postado por PMorales no 6 de dezembro de 2010
Os Correios pretendem devolver somente a partir de 10 de janeiro o valor das inscrições do concurso público cancelado, que variaram de R$ 30 a R$ 60.
A estatal anunciou ontem oficialmente o cancelamento do c
ertame para preencher 6.565 vagas, o maior do país em número de inscritos, com mais de 1 milhão de candidatos. O edital de um novo concurso foi publicado no "Diário Oficial
da União", mas sem detalhes.
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