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	<title>TR Taxa &#187; TR taxa 2012</title>
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		<title>Aposta de Selic menor deixa juros futuros divididos</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 18:09:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A curva a termo de juros futuros passou por uma inclinação no pregão de hoje, com as taxas curtas perto da estabilidade e acúmulo de prêmios nos vencimentos longos. Para operadores, esse movimento ocorre devido à percepção de que as autoridades europeias estão próximas de uma solução que minimize a crise de dívida e bancária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A curva a termo de juros futuros passou por uma inclinação no pregão de hoje, com as taxas curtas perto da estabilidade e acúmulo de prêmios nos vencimentos longos. Para operadores, esse movimento ocorre devido à percepção de que as autoridades europeias estão próximas de uma solução que minimize a crise de dívida e bancária da região, enquanto o corte de pelo menos 0,50 ponto porcentual da Selic no próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) já está contratado, o que diminui o espaço para oscilações mais fortes nos DIs curtos. Prova disso é que a queda de 0,53% do IBC-Br de agosto ante julho não impôs pressão de baixa nesses vencimentos.</p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo9.gif"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="emprestimo9" border="0" alt="emprestimo9" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo9_thumb.gif" width="230" height="170" /></a> </p>
<p align="justify">Assim, ao término da negociação normal na BM&amp;F, o DI janeiro de 2013 (299.925 contratos) estava em 10,45%, de 10,46% no ajuste, enquanto o DI janeiro de 2014, com giro de 131.860 contratos, subia a 10,74%, de 10,70%. Entre os longos, o DI janeiro de 2017 (26.150 contratos) avançava para 11,19%, de 11,12% no ajuste de terça-feira, e o DI janeiro de 2021 (2.925 contratos) indicava 11,21%, de 11,14% no ajuste.</p>
<p><span id="more-274"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Na visão do economista-chefe da Prosper Corretora, Eduardo Velho, o IBC-Br pode reforçar as chances de prolongamento da queda da Selic em 2012. &quot;O resultado desse índice confirma a tendência de desaceleração dessa proxy do PIB acumulado em doze meses, de 7,78% em dezembro de 2010, para 4,88% em junho deste ano e, finalmente, para 4,0% em agosto. Considerando uma estabilidade do indicador em setembro como hipótese, o carry-over garantiria um crescimento real do PIB de 2,71% em 2011, portanto abaixo do produto potencial estimado de 4,6%. Por fim, ratifica a nossa previsão de um PIB próximo de zero e potencialmente negativo no terceiro trimestre&quot;, considerou.</p>
<p align="justify">Lá fora, apesar da queda das commodities e das bolsas, as notícias não foram de todo ruins. Depois de assustar o mercado na terça-feira, o Parlamento da Eslováquia aprovou hoje a Linha de Estabilidade Financeira Europeia (EFSF, na sigla em inglês), permitindo que o fundo de resgate da zona do euro entre em operação e seja ampliado de 250 bilhões de euros para 440 bilhões. Além disso, o executivo-chefe da EFSF, Klaus Regling, disse que a Itália e a Espanha seriam capazes de se financiar sem recorrer ao programa de resgate financeiro da zona do euro, contribuindo para a recuperação do euro ante o dólar.</p>
<p align="justify">Entre as notícias negativas, o Credit Suisse informou que uma nova rodada de testes de estresse da Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês) sobre os bancos da Europa com uma exigência mínima de 9% de capital de alta qualidade vai resultar em 66 bancos reprovados, ou dois terços do total avaliado. E o Citigroup, em relatório denominado &quot;Teste de Estresse Europeu&quot;, prevê que os bancos italianos precisarão levantar 27,7 bilhões de euros para cumprir com o mínimo de 9% de capital, enquanto as instituições espanholas precisarão de 33,4 bilhões de euros, as francesas de 34,3 bilhões de euros e os bancos alemães, de mais 30 bilhões de euros.</p>
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		<title>Apesar da queda da Selic, spread atinge 27,8%, o maior n&#237;vel em dois anos</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 14:47:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A queda da taxa Selic, que indica os juros básicos da economia, não está se refletindo em juros menores para os tomadores finais de empréstimos e financiamentos. Esse movimento contraditório está sendo impulsionado pelo spread bancário (diferença entre as taxas que as instituições financeiras pagam para captar recursos e as que cobram do cliente final) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A queda da taxa Selic, que indica os juros básicos da economia, não está se refletindo em juros menores para os tomadores finais de empréstimos e financiamentos. </p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo4.jpg"><img style="margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline" title="emprestimo4" border="0" alt="emprestimo4" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo4_thumb.jpg" width="244" height="165" /></a></p>
<p align="justify">Esse movimento contraditório está sendo impulsionado pelo spread bancário (diferença entre as taxas que as instituições financeiras pagam para captar recursos e as que cobram do cliente final) que está no nível mais alto em dois anos, de acordo com o Banco Central (BC).</p>
<p align="justify"> Em agosto, segundo os dados mais recentes divulgados pelo BC, o spread atingiu 27,8% ao ano, percentual mais alto desde maio de 2009. Se for considerado apenas o crédito para as pessoas físicas, a diferença entre os juros de captação e aplicação correspondeu a 34,4% ao ano, maior nível desde julho de 2009. Em relação aos empréstimos para as empresas, o spread bateu recorde e alcançou 19% ao ano.</p>
<p><span id="more-271"></span>
<p align="justify">A diferença pode ser observada quando se compara a evolução das taxas usadas na captação, quando as instituições financeira pegam dinheiro emprestado dos correntistas e oferecem juros em aplicações como poupança e CDB, e nos juros cobrados na concessão de crédito. A taxa média de captação caiu de 12,3% ao ano em julho para 11,9% em agosto.</p>
<p align="justify">Esse movimento foi influenciado pelo corte de 0,5 ponto percentual na taxa Selic para 12% ao ano decidido pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central no fim de agosto. Os juros médios pagos pelos tomadores de empréstimos e financiamento, no entanto, não tiveram a mesma trajetória. A taxa média de aplicação, como o BC chama os juros dos clientes finais, permaneceu em 39,7% ao ano em agosto.</p>
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		<title>Mercado antecipa o Banco Central e taxa de juros recua</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 17:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em um cenário de desaceleração do ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e incertezas na economia mundial, a expectativa do mercado é de sucessiva queda na taxa básica de juros (Selic), até o patamar de 11% ao ano em 2011. Diante deste cenário, o sistema bancário se antecipa e realiza reajustes em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em um cenário de desaceleração do ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e incertezas na economia mundial, a expectativa do mercado é de sucessiva queda na taxa básica de juros (Selic), até o patamar de 11% ao ano em 2011. </p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo12.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="emprestimo12" border="0" alt="emprestimo12" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo12_thumb.jpg" width="244" height="172" /></a> </p>
<p align="justify">Diante deste cenário, o sistema bancário se antecipa e realiza reajustes em suas taxas para operações de crédito, com tendência de recuo em maior velocidade do que a Selic no segmento de pessoa física, apontam especialistas. Outro fator indicado para a queda do custo do crédito é a maior oferta com redução da demanda, o que eleva a competitividade entre as instituições financeiras.</p>
<p><span id="more-268"></span>
<p align="justify">De acordo com pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), as taxas de juros caem em setembro de 2011 na comparação com o mês anterior, sendo o segundo mês consecutivo. Em pessoa física, a média geral reduziu 0,06% ponto percentual (p.p.) no mês, para 6,69% ao mês (a.m.), e 1,48 p.p. no ano, para 117,51% ao ano. Nas linhas pesquisadas para pessoa jurídica, a média geral obteve diminuição de 0,02 p.p no mês, para 3,97% a.m., e de 0,37% p.p. ao ano, para 59,55% a.a.</p>
<p align="justify">Segundo Miguel de Oliveira, vice-presidente da associação, há dois fatores influenciadores: a queda da Selic em agosto, para 12% a.a., e a probabilidade de novas diminuições, já que o Banco Central sinaliza o controle da inflação na meta somente em 2012. &quot;Além do efeito da baixa de agosto, os bancos se antecipam, pois trabalham com a taxa de juros futura.&quot; </p>
<p align="justify">Oliveira aposta em mais duas reduções de 0,5 p.p., sendo uma na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de outubro e outra em novembro, até 11% ao ano. &quot;A expectativa é de que os juros acompanhem a Selic. Mas se mantiver o cenário da economia mundial até o final do ano, acredito que as taxas para os consumidores diminuam ainda mais.&quot; </p>
<p align="justify">A mesma opinião é compartilhada pelo professor do Ibmec, Gilberto Braga. &quot;É consequência da primeira baixa em agosto e a tendência é que continue. O reflexo pode ser observado tanto para empresas quanto consumidores, mas o primeiro sempre será menor pelas maiores garantias.&quot; </p>
<p align="justify">No segmento de crédito para pessoa física, o recuo mais significante é observado no empréstimo pessoal oferecido pelos bancos, de 2,40% em setembro ante agosto de 2011, para 4,47% ao mês e 69% ao ano, a menor desde fevereiro de 2001, quando chegou a 4,45% ao mês. Em seguida aparece o Crédito Direto ao Consumidor (CDC) para o financiamento de automóveis, também concedido por bancos, com redução de 2,18% em setembro na comparação com o mês anterior, para 2,24% a.m. e 30,45% a.a.</p>
<p align="justify">Nas linhas de cheque especial, o abatimento no custo do crédito ao cliente é de 0,24% em setembro deste ano em relação a agosto, para 8,23% ao mês e 158,33% ao ano. Cartão de crédito é a única taxa média a permanecer inalterada em 10,69% ao mês e 238,30% ao ano. &quot;O cartão de crédito é mais caro do que os outros produtos porque o cliente utiliza da forma mais conveniente e há maior risco&quot;, explica o professor do Ibmec. </p>
<p align="justify">Das carteiras destinadas às empresas pelos bancos, capital de giro caiu 5,42%, ao passar de 2,95% ao mês em agosto para 2,79% em setembro de 2011, e a 39,13% ao ano. Desconto de duplicata também apresentou redução no mês passado, de 1,28%, para 3,09% a.m. e 44,08% a.a. Entretanto, o segmento de conta garantida apresenta elevação, de 2,38%, para 6,02% ao mês e 101,68% ao ano em setembro de 2011. &quot;Conta garantida sobe pela maior demanda e risco da carteira&quot;, esclarece Miguel de Oliveira, da Anefac. </p>
<p align="justify">Além da antecipação às futuras quedas da Selic, o vice-presidente da associação destaca também a maior competitividade entre os bancos como agente influenciador da redução do custo do crédito. &quot;No ambiente em que a economia cresce menos, há menor demanda por parte dos clientes, o que causa maior disputa. A pressão aumenta e os bancos diminuem os juros para não ficar fora do mercado de crédito&quot;. </p>
<p align="justify">Segundo a pesquisa de setembro da associação, a oferta de empréstimos continua a crescer, mesmo com redução no ritmo, sendo 1,7% na comparação de julho com agosto de 2011, 13,2% no ano e 22,2% em 12 meses.</p>
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		<title>Queda nos juros ao consumidor n&#227;o acompanha redu&#231;&#227;o da Selic</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 14:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mesmo com o corte da taxa Selic, ainda assim os tomadores de crédito não estão experimentando redução na mesma proporção nos juros. O Banco Central informa que o spread bancário está no nível mais alto em dois anos.spread é a diferença entre a taxa de juros cobrada a quem toma um empréstimo e a taxa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Mesmo com o corte da taxa Selic, ainda assim os tomadores de crédito não estão experimentando redução na mesma proporção nos juros. <a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo2.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="emprestimo2" border="0" alt="emprestimo2" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo2_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify">O Banco Central informa que o spread bancário está no nível mais alto em dois anos.spread é a diferença entre a taxa de juros cobrada a quem toma um empréstimo e a taxa de juros que remunera o investidor e que é destinada ao intermediário financeiro. (ou seja, é a diferença entre o que o banco paga ao investidor e o quanto o banco cobra do tomador).</p>
<p align="justify">Em agosto, segundo os dados mais atuais liberados pelo Banco Central, o spread atingiu 27,8% ao ano, percentual mais alto desde 2009.</p>
<p><span id="more-265"></span>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" width="225">
<p>Spread, ao ano</p>
</td>
<td valign="bottom" width="64">
<p>27,8%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="225">
<p>Em financiamentos pessoa física</p>
</td>
<td valign="bottom" width="64">
<p>34,4%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="225">
<p>Em financiamentos pessoa jurídica</p>
</td>
<td valign="bottom" width="64">
<p>19,0%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Em financiamentos pessoa jurídica 19,0% A Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) registrou uma mínima queda nas taxas de juros para pessoas físicas. Entenda, na planilha a seguir, como a redução na Taxa Selic não é acompanhada na mesma proporção em relação à taxa cobrada das pessoas físicas:</p>
<p align="justify">
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td valign="bottom" width="77">
<p>quanto era</p>
</td>
<td valign="bottom" width="77">
<p>quanto ficou</p>
</td>
<td valign="bottom" width="64">
<p>redução</p>
</td>
<td width="64">&#160;</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="225">
<p>Taxa Selic</p>
</td>
<td valign="bottom" width="77">
<p>12,5%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="77">
<p>12,0%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="64">
<p>4,0%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td valign="bottom" width="225">
<p>Taxa mercado para pessoas físicas</p>
</td>
<td valign="bottom" width="77">
<p>6,75%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="77">
<p>6,69%</p>
</td>
<td valign="bottom" width="64">
<p>0,9%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="justify">Taxa mercado para pessoas físicas 6,75% 6,69% 0,9% O professor de Finanças da Fundação Getulio Vargas Fabio Gallo esclarece que a alta do spread bancário é explicada pelo aumento da inadimplência. Na sua avaliação, o aumento da inadimplência é conseqüência da expansão do crédito experimentada nos últimos anos, acompanhada da falta de planejamento financeiro dos tomadores: “os brasileiros, principalmente a “nova classe C”, se endividaram demais para consumir e não conseguem arcar com os financiamentos”, afirma ele.Eu lembro o leitor que a situação exposta na planilha acima é um dos fatores que ajuda os bancos a produzirem balanços cada vez mais ‘robustos’, com lucros astronômicos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Resultado do IPCA sentencia corte de 0,5 ponto percentual da Selic, diz Andr&#233; Perfeito</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 21:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O resultado de alta de 0,53% do IPCA em setembro, a maior para o mês em 8 anos, indica que deve ocorrer um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros do País, segundo análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos. “Trabalhamos com 3 cortes de 50 pontos-base, fazendo a Selic chegar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O resultado de alta de 0,53% do IPCA em setembro, a maior para o mês em 8 anos, indica que deve ocorrer um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros do País, segundo análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.<a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo11.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="emprestimo11" border="0" alt="emprestimo11" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/emprestimo11_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify">“Trabalhamos com 3 cortes de 50 pontos-base, fazendo a Selic chegar no início de 2012 em 10,50%”, diz Perfeito.</p>
<p align="justify">Para o resultado de setembro, o modelo da Gradual apontava inflação mais modesta, em 0,45%. “O vilão desta vez foram as passagens aéreas, que, segundo o instituto, representaram quase 17% da alta do IPCA este mês. Este impacto deve ser mitigado já em outubro, juntamente com outro grupo que andou estressando o índice, o da habitação”.</p>
<p><span id="more-262"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Em relação ao mercado, Perfeito diz que as estimativas são de apreciação do real frente ao dólar. Segundo ele, os recentes recordes de arrecadação, somados a contenção de gastos por parte do Governo Federal, irão construir uma situação fiscal que irá diminuir a percepção de risco em relação à economia brasileira.</p>
<p align="justify">“Acreditamos como muito provável a elevação da nossa nota por alguma agência de classificação de risco. Isto tudo em conjunto coloca o Brasil de forma fundamental como porto aos recursos perdidos na Europa e nos EUA”, diz.</p>
<p align="justify">No entanto, o economista sugere cautela sobre a apreciação da moeda brasileira. “O real se apreciou na esteira de certo bom humor em relação a Europa, mas ainda não foi feito nada substancial. Podemos ver ainda volatilidade nos mercados na próxima semana”.</p>
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		<title>Redu&#231;&#227;o da Selic vai melhorar indicadores industriais, diz CNI</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Oct 2011 19:39:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A redução da taxa básica de juros resultará em melhoria dos indicadores industriais, em um efeito cascata, ao melhorar a oferta de crédito com conseqüente impacto positivo na demanda das famílias, que vão consumir mais. A avaliação é do gerente executivo e economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco. Segundo ele, é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A redução da taxa básica de juros resultará em melhoria dos indicadores industriais, em um efeito cascata, ao melhorar a oferta de crédito com conseqüente impacto positivo na demanda das famílias, que vão consumir mais. A avaliação é do gerente executivo e economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco.</p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/econo1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 15px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="econo1" border="0" alt="econo1" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/econo1_thumb.jpg" width="227" height="244" /></a> </p>
<p align="justify">Segundo ele, é preciso ficar atento a dois sinais que vão interagir até o final do ano e que são importantes. “De um lado, o sinal positivo de expansão dado pela queda da taxa básica de juros e, por outro lado, a crise internacional, que gera incertezas e turbulências que podem impactar, principalmente, no comércio exterior”, disse. Mesmo assim, para o economista, a expectativa é que haja uma melhora dos indicadores industriais no segundo semestre ante o primeiro semestre.</p>
<p><span id="more-259"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Ontem (6), a CNI divulgou dados sobre a atividade do setor que mostram expansão da indústria de transformação em agosto. A utilização da capacidade instalada (UCI), por exemplo, após ajustes sazonais, registrou alta de 0,2%, passando para 82,2%. Na comparação com agosto de 2010, a UCI ficou, no entanto, 0,2 ponto percentual inferior.</p>
<p align="justify">A CNI informou ainda que todos os indicadores dessazonalizados mais diretamente ligados à produção cresceram em agosto ante julho. O faturamento, por exemplo, aumentou 0,3%, com a terceira alta seguida. As horas trabalhadas cresceram 0,2%, embora, em julho, tenham registrado elevação bem maior, de 1,4%.</p>
<p align="justify">Já o emprego, pelo terceiro mês seguido, ficou estável em agosto ante julho, com os ajustes sazonais. Em comparação com agosto de 2010, o emprego cresceu 1,5%. Em julho passado, a expansão chegou a 2,1%.</p>
<p align="justify">Segundo a CNI, a massa salarial real – nesse caso a entidade compara sem os ajustes sazonais – recuou 3,3% em agosto ante julho. Na comparação com agosto de 2010, houve alta de 4,5%. O rendimento real do trabalhador industrial caiu 3,7% de julho para agosto também sem os ajustes, mas cresceu 2,9% ante agosto de 2010.</p>
<p align="justify">A maior expansão ocorreu no setor de material eletrônico e comunicação. Segundo Castelo Branco, o faturamento do setor reflete a valorização do câmbio na primeira metade do ano. “O setor utiliza muitos componentes importados na sua linha de produção e, portanto, barateia os produtos e isso estimula os consumidores a uma demanda maior”, avaliou. Em comparação a agosto de 2010, o faturamento do setor cresceu 57,9% no mês passado.</p>
<p align="justify">Quanto à estabilidade do emprego, Castelo Branco disse que tem a ver com o arrefecimento da atividade econômica a partir do primeiro semestre, mas que se refletiu só agora nos indicadores. O emprego, informou, sempre reage com um certo atraso e defasagem às tendências de produção.</p>
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		<title>Para Amir Khair, aumento da Selic agrava a infla&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 16:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Diante da decisão do governo de reduzir as taxas de juros, “os guardiões da inflação fazem uma verdadeira chantagem inflacionária, para pressionar o BC a manter a Selic elevada”, afirma o economista Amir Khair. “É o seu lucro em jogo e desfilam argumentos para mostrar que há ameaça de inflação no horizonte, pois: a) os preços dos serviços caminham para crescer 8% a 9% neste ano; b) o reajuste salarial de algumas categorias de trabalhadores está sendo feito acima da inflação passada; c) o novo salário mínimo vai aumentar o consumo e; d) os preços das commodities não vão cair, pois a China continuará a ter crescimento forte, demandando produtos”.</p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/INF1.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="INF1" border="0" alt="INF1" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/INF1_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> </p>
<p align="justify">Para o economista, há duas posições em debate. “A dos guardiões da inflação, liderada pelo mercado financeiro, vê inflação crescente devido ao excesso da demanda em relação à oferta. Para combater a inflação advogam a redução do consumo via elevação da Selic. Se o Banco Central (BC) não manter a Selic em nível elevado, perde a credibilidade e não ancora as expectativas dos formadores de preços, etc”, avalia. “Para essa corrente o país não pode crescer acima de 3,5%, pois fatalmente seria rompido o teto da meta de inflação de 6,5%, gerando o descontrole dos preços”, afirma em artigo publicado na Carta Maior.</p>
<p><span id="more-256"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">“A outra posição defendida pelo governo”, diz Khair, “é de que não há ameaça de inflação, pois a crise está derrubando os preços internacionais, o que acaba por manter os preços internos sob controle. Nessa situação, a Selic pode cair para um nível inferior ao atual, sem maiores problemas para a inflação. Essa corrente defende que é possível manter a inflação dentro do limite da meta, com um crescimento ao nível de 4,5% a 5,0% e defende estímulos à economia”.</p>
<p align="justify">Para o ex-secretário de Finanças da primeira administração do PT na Prefeitura de São Paulo,“nessa discussão cada lado tem seus argumentos, mas o que chama a atenção é que ambos os lados usam a Selic para defender sua posição e ela não tem nada a ver com o problema, pois não altera o preço dos serviços, não altera a oferta de crédito, nem o valor das prestações, não influi sobre os preços internacionais e pior, desestimula a oferta ao inibir os investimentos das empresas, sendo esse importante fator de equilíbrio entre oferta e demanda. Em vez de atenuar a inflação a Selic a agrava”.</p>
<p align="justify">Segundo ele, tem-se uma “falsa discussão” e a Selic não tem nada a ver com isso. “A inflação pode subir ou cair? Pode. A crise pode reduzir os preços internacionais? Pode. E a Selic, o que tem a ver com isso? Nada, absolutamente nada”, enfatiza.</p>
<p align="justify">“Se não tem a ver com isso, porque é a mais alta do mundo há tanto tempo? É porque predomina no País o rentismo, que é o ganho fácil, sem risco, em cima do governo federal, que paga os juros de quem aplica em, seus títulos, que têm taxas de juros balizadas pela Selic”.</p>
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		<title>Mercado j&#225; v&#234; Selic abaixo de 10%</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 18:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gradualmente, economistas e analistas de mercado reforçam as apostas que a taxa básica de juros pode cair para o emblemático patamar de um dígito no ano que vem. Ainda é cedo para dizer que o mercado &#34;deu o braço a torcer&#34; ao Banco Central, após a surpreendente decisão de agosto de cortar a Selic para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Gradualmente, economistas e analistas de mercado reforçam as apostas que a taxa básica de juros pode cair para o emblemático patamar de um dígito no ano que vem.</p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/mfBXpQy.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="mfBXpQy" border="0" alt="mfBXpQy" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/mfBXpQy_thumb.jpg" width="244" height="140" /></a> </p>
<p align="justify">Ainda é cedo para dizer que o mercado &quot;deu o braço a torcer&quot; ao Banco Central, após a surpreendente decisão de agosto de cortar a Selic para 12% ao ano. Mas o Relatório Trimestral de Inflação divulgado na semana passada consolidou o entendimento de que os cortes da taxa não se restringem a 2011.</p>
<p align="justify">&quot;Mantemos nossa previsão de que a próxima reunião do Copom vai cortar a Selic em 100 pontos básicos, para 11%, e que a Selic vai terminar o ano em 9,5%,&quot; disse Tony Volpon, chefe de pesquisa de mercados emergentes da Nomura Securities em Nova York, em uma mensagem para clientes. &quot;Ao mesmo tempo, reconhecemos a probabilidade de mais cortes se o cenário externo se deteriorar mais.&quot; No início de setembro, Volpon acreditava que o BC cortaria a Selic para 11,5% em outubro.</p>
<p><span id="more-253"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">O Comitê de Política Monetária (Copom) volta a se reunir em 18 e 19 de outubro, quando anunciará a nova taxa. Enquanto isso, analistas de mercado avaliam a mensagem que o BC tentou transmitir quando escreveu, no Relatório de Inflação, que &quot;ajustes moderados no nível da taxa básica são consistentes com o cenário de convergência da inflação para a meta em 2012&quot;.</p>
<p align="justify">O Banco Fator refez as contas e crê que o Copom cortará a Selic dos atuais 12% para 9,50% no próximo ano. Entre os argumentos da instituição está o reconhecimento que as condições globais têm piorado. O Fator cita como exemplo a queda dos preços das commodities, a intervenção no câmbio na Suíça, corte de juros em Israel e, no Brasil, queda das expectativas da confiança dos industriais.</p>
<p align="justify">O mercado também vê a inflação desacelerando a partir de outubro, em linha com a avaliação do BC, embora em ritmo diferente. &quot;A partir de outubro a inflação vai convergir, embora mais lentamente que o BC gostaria, para o centro da meta,&quot; avaliou Andre Perfeito, economista da Gradual Investimentos. &quot;O conjunto de notícias sobre a inflação será cada vez melhor, não pior.&quot;</p>
<p align="justify">Crise. Para a LCA Consultores, os cortes seguirão até março de 2012 e o juro baterá em 10%. A maioria do mercado, porém, mantém cenário como o do Bradesco, que estima redução do juro em 2012 até o piso de 10,5%.</p>
<p align="justify">&quot;A crise é forte e o mercado tem dificuldade em entender o que pode acontecer. Há uma parcela não desprezível que crê em cortes mais fortes do juro porque o BC estaria vendo uma crise mais intensa que o mercado&quot;, diz o professor de economia da USP Fabio Kanczuk, que acompanhou as reuniões em Washington com autoridades brasileiras e estrangeiras em setembro.</p>
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		<title>Juros futuros cedem de olho em Selic menor em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 14:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>MGonzalez</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Com a clara percepção de que os fundamentos econômicos atuais não permitiriam cortes agudos da Selic, o mercado de juros passou a se apegar, desde a última reunião do Copom, às declarações e notícias da equipe econômica para definir seu rumo. </p>
<p align="justify"><a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/INF15.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="INF15" border="0" alt="INF15" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/INF15_thumb.jpg" width="244" height="199" /></a> </p>
<p align="justify">E, agora, foi a vez da presidente Dilma Rousseff ditar a forte devolução de prêmios na curva a termo de juros futuros, especialmente nos vencimentos curtos e médios, elevando a chance de um corte superior a 0,5 ponto porcentual na reunião do Copom em outubro. Na sexta-feira, a autoridade máxima do País afirmou que a intenção é manter a trajetória de redução de juros &quot;de acordo com as condições econômicas do Brasil&quot;. </p>
<p align="justify">Neste fim de semana, reportagem do jornal O Estado de S. Paulo informou que o nível da Selic almejado por Dilma no fim de 2012 é de 9%. Como o cenário externo segue se deteriorando devido à ausência de soluções para a crise de dívida na zona do euro, a munição para a queda dos DIs curtos foi reforçada e os longos também cederam.</p>
<p><span id="more-250"></span>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Assim, ao término da negociação normal na BM&amp;F, o DI janeiro de 2012, com giro de 222.965 contratos, recuava a 11,04%, ante 11,10% na sexta-feira. O DI janeiro de 2013 (422.450 contratos) marcava 10,14%, ante 10,33% no ajuste, enquanto o DI janeiro de 2014 (147.340 contratos) estava em 10,52%, ante 10,77%. Entre os longos, o DI Janeiro de 2017 (44.385 contratos) cedia a 11,10%, ante 11,26% na sexta-feira, e o DI janeiro de 2021 (1.090 contratos) regredia de 11,25% para 11,13%.</p>
<p align="justify">O contrato para novembro de 2011, o que melhor indica a expectativa dos agentes para o próximo encontro do Copom, estava em 11,60%, ante 11,64% na sexta-feira, mas com um volume pequeno negociado. Esse patamar sinalizou que um recuo de 0,75 ponto porcentual na Selic está praticamente encomendado pelo mercado como sendo o desfecho da próxima reunião de política monetária.</p>
<p align="justify">Hoje, até mesmo alguns indicadores positivos dos Estados Unidos foram deixados em segundo plano. Isso ocorre porque os temores sobre um default da Grécia continuam e as notícias sobre as ações que estão sendo adotadas pelo país não convencem. E enquanto a troica deve definir apenas na quarta-feira se os gregos receberão ou não a próxima parcela de 8 bilhões de euros do pacote de ajuda, alguns dados de atividade da região e de outros países seguem indicando fraqueza da atividade.</p>
<p align="justify">O índice de atividade manufatureira (PMI) da zona do euro caiu para 48,5 em setembro, o pior resultado em 25 meses, ante 49 em agosto. Números abaixo de 50 indicam declínio da atividade. O PMI da Austrália caiu de 43,3 em agosto para 42,3 em setembro. O mesmo indicador indiano ficou em 50,4 no mês passado, de 52,6 em agosto.</p>
<p align="justify">Internamente, o Banco Central atuou para segurar o avanço do dólar em relação ao real, o que tem evitado que a queda das commodities seja transferida para os preços internos. Assim que a moeda dos EUA no balcão bateu na máxima de R$ 1,9150, no meio da tarde, a autoridade monetária ofertou US$ 5,3 bilhões em um leilão de swap cambial. Ao término da sessão, o dólar subiu 0,53%, a R$ 1,8900.</p>
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		<title>Dilma quer baixar taxa Selic a 9% em 2012</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 14:12:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff quer aproveitar a crise internacional para reduzir a taxa básica de juros para pelo menos 9% no ano que vem, mas com cautela, segundo fontes do governo, para evitar que a inflação coloque em risco o consumo da nova classe média. A estratégia embute o risco de os preços continuarem elevados, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A presidente Dilma Rousseff quer aproveitar a crise internacional para reduzir a taxa básica de juros para pelo menos 9% no ano que vem, mas com cautela, segundo fontes do governo, para evitar que a inflação coloque em risco o consumo da nova classe média. <a href="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/mlujnu680268.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 10px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="mlujnu680268" border="0" alt="mlujnu680268" align="right" src="http://trtaxa.com/wp-content/uploads/mlujnu680268_thumb.jpg" width="224" height="242" /></a> </p>
<p align="justify">A estratégia embute o risco de os preços continuarem elevados, com a inflação rodando acima da meta do governo por mais tempo que o desejado, o que corrói o poder de compra do consumidor.</p>
<p align="justify">O plano de voo traçado pelo Planalto e relatado à reportagem por dois ministros e um secretário de governo, prevê uma queda de 3 pontos porcentuais na taxa Selic, hoje em 12%. O corte seria possível, na avaliação do governo, porque a crise internacional provocaria queda de preços. A ordem é cortar juros, mas sempre dizendo que o ritmo vai ser determinado com &quot;prudência&quot;.</p>
<p><span id="more-247"></span>
<p align="justify"></p>
<p align="justify">Para o Planalto, ainda há &quot;margem de manobra&quot; para que a Selic caia, depois que o BC cortou a taxa preventivamente, em agosto, em meio ponto porcentual. &quot;Estamos tomando todo o cuidado para que o excesso de remédio não prejudique o paciente&quot;, resumiu o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. &quot;O governo vai zelar para que aqueles que ascenderam a um nível de consumo maior não percam isso de jeito nenhum.&quot;.</p>
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