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Juros futuros fecham em alta, esperando alta da Selic

Os principais contratos de juros futuros fecharam esta segunda-feira (10) em alta no mercado futuro da BM&F, após novos dados de inflação e diante das perspectivas de aumento da taxa básica de juros na próxima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), agendada para a próxima semana. Segundo a edição mais recente do relatório Focus, divulgada pelo Banco Central nesta manhã, a expectativa é que a próxima reunião do Copom, que acontece na próxima semana, decida por um aumento de 0,50 ponto percentual da taxa Selic, que iria para 11,25% ao ano. Ademais, os economistas esperam outros aumentos ao longo do ano, com projeção de que no fim de 2011, a taxa seja de 12,25% ao ano. Índices de Preços A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulgou dois índices de preços nesta segunda-feira: o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) e o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado), da primeira semana de janeiro e do primeiro decêndio de janeiro, respectivamente. O IPC-S apontou taxa de 0,92% na primeira prévia de janeiro, alta de 0,20 ponto percentual na passagem semanal. Entre os componentes do índice, o destaque desta medição ficou por conta do grupo Educação, Leitura e Recreação, que teve variação de 1,09 ponto percentual em relação à semana anterior e marcou inflação de 1,46%. Vale lembrar que o mês de janeiro é um período marcado pelas matrículas e compra de material escolar. Já o IGP-M marcou inflação de 0,83%, taxa 0,41 ponto percentual menor do que a registrada na primeira prévia do mês anterior. O resultado foi impulsionado principalmente pela queda da inflação nos preços ao produtor. O IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo) reduziu 0,57 ponto percentual na comparação com o mesmo período do último mês de dezembro, atingindo taxa de 0,40%. Aumento na procura por crédito De acordo com dados da Serasa Experian, a procura por crédito cresceu 16,4% em 2010, online pharmacy a maior expansão já registrada pelo índice. Em dezembro de 2010, a procura dos consumidores por crédito avançou 1,5% em relação a novembro e 19,7% na comparação com dezembro de 2009. Em 2009, refletindo a crise financeira internacional, a demanda havia recuado 1,2%. A empresa especializada na análise de crédito acredita que a expansão foi causada pelo bom momento da economia, sobretudo do mercado de trabalho. Porém, as recentes medidas adotadas pelo Banco Central, com o aumento dos compulsórios e demais regras prudenciais, além da sinalização de um aumento nos juros, devem levar a um ritmo de crescimento menos intenso em 2011. Fonte: Yahoo Brasil
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