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Moedas America Latina continuou tendência ao crescimento nesta semana

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As moedas de América Latina vêm consolidando a sua tendência em posição a sua valorização, empolgadas pela maior liquidez do mercado internacional, as baixas taxas de juros em nações emergentes e o bom impacto e desempenho econômico nos investidores.

Os analistas coincidem em que ate que se mantenham os fundamentos para que o dólar de estados unidos continue a se depreciar, as moedas continuaram fortes, refletindo suas fortes posições externas.

A tendência continua a sinalar que as moedas vão continuar fortes, se não se apresentar eventos particulares, que deveriam ser bastante negativos, para afetar o global dos paises da região.

AS únicas fontes de risco potencial, seriam os dados das vendas varejistas dos estados unidos, e alguma decisão negativa da Alemanha, ou da União Européia no que diz respeito a difícil situação da Grécia

O real brasileiro, moeda de referencia para a região, acabou a semana passada avançando um 0,33% cotando aos 1,784 / 1,786 reais por dólar, causa do bom ambiente reinante nos mercados externos.

O mercado cambiário brasileiro vai continuar a vigiar o cenário internacional, principalmente o desenvolvimento da crise fiscal da Grécia, enquanto espertos aguardam que as ofertas de ações de empresas locais de Brasil, atraíam centos de milhões de dólares ao mercado local.

América Latina, não tem visto uma baixa nos fluxos de inversão estrangeira direta e de portfolio nem no grau de endividamento externo, devido a que pasou quase sem se sentir a crise global, e que sua estratégia para enfrenta-lo foi sólida, apoiada nos altos preços das matérias primas.

O barril de peróleo fechou por cima dos 82 dolares, e se constituiu no principal soporte de qualquer moeda emergente.

Num informe recente, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) destacou que a pesar que as remessas dos trabalhadores caíram um 15% em 2009, nos últimos dois meses começaram a mostrar signos de estabilidade, o que fez prever que este ano, teriam até o final tendência alçista.

Países exportadores de matérias primas, como Colômbia, Brasil, Peru y Chile, aumentaram fortemente suas exportações em janeiro deste ano, devido as maiores ventas de petróleo, metais, e grãos entre outros.

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