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O real rumo a maior cotação mundial neste mês.

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A moeda brasileira registrou um alça de 4,3% em fevereiro e se encaminha a ter o maior aumento mensal na comparação cambiaria mundial.

O real brasileiro está próximo a presentar a maior alça do mundo este mês, conforme o crescimento econômico do Brasil se acelera e o banco central do país se dispõe a subir as taxas referenciais de juros como um gatilho para frear a inflação.

O real subiu um 4,3% este mês alcançando os 1,8172 por unidade da moeda americana, as 07:29 hora de Nova Iorque, desde 1,8950 día 29 de janeiro.

Este alça reverte em grande número a descida do mês pasado de um 7,9% do valor da moeda local, e a maior entre todas as moedas que tem projeção e interesse mundial.

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Os analistas projetam que o real subirá a 1,81 para junho e 1,72 para fim do ano.

“Brasil continua sendo um exemplo de solidez e o real se configura como uma moeda atrativa”, foi o que falou Vitali Meschoulam, estratega de mercados emergentes da Morgan Stanley. Ele prognostica que o real há de se fortalecer ainda mais, pelo menos até os 1,7 este ano, “a economia brasileira e a de mais rápido crescimento na América latina, e uma das primeiras em subir as taxas de interes referencial, e a dinâmica dos investimentos de peso no país não tem mudado.

O real se apreciou ao aumentar sobre ele as apostas dos operadores de mercado, sobre que o banco central irá aumentar as taxas referenciais, desde o mínimo sem precedentes de 8,75% ao mês. A medida vem a fim de frear a pressão inflacionaria que se vê devido ao incremento de atividade e ao maior poder aquisitivo dos consumidores, provocado pelo aumento do numero de pessoas trabalhando.

O banco central pediu as entidades, a través do aumento do regulamento sobre os depósitos compulsórios, que operam no mercado de empréstimos, que depositassem nas suas arcas 71 milhões de reais, algo assim como 39 milhões de dólares, pra retirar aos poucos o estímulo econômico, ao mesmo tempo que o índice geral de inflação que inclui os preços no atacado teve sua maior suba em 19 meses.

O rendimento dos contratos futuros, sobre as taxas de juros com vencimento em janeiro de 2011, os mais negociados na bolsa BM&F de São Paulo, se manteve hoje nos 10,41, superior ao 10,27% do dia 19 de fevereiro.

A taxa sugere que os operadores de mercado aguardam que o banco central suba a taxa Selic, por cima dos 12% antes do final do ano.

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