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Selic não deve ser motivo de alarde

O ex-presidente do Banco Central (BC) Henrique Meirelles afirmou, nesta segunda-feira, que as decisões do Conselho Monetário Nacional (Copom) de elevar a taxa básica de juros, a Selic, não devem ser vistas pela sociedade com alarde. Meirelles discursou por cerca de 20min durante viagra cheap cerimônia de transmissão de cargo para Alexandre Tombini, que agora assume a frente da autoridade monetária. "A necessidade de subir juros é tarefa do Banco Central e não deve ser vista com alarde ou como um sinal de que algo está errado. Juros sobem e descem segundo o ciclo monetário", afirmou.
Meirelles disse acreditar que a taxa básica de juros brasileira, criticada por ser uma das mais altas do mundo, pode ser reduzida nos próximos anos e lembrou que a Selic, que hoje está em 10,75% ao ano, já atingiu patamares maiores. "Nada indica que as taxas de juros não podem convergir para padrões internacionais nos próximos anos", afirmou.
O ex-presidente do BC disse considerar que sua missão foi cumprida. "O papel do BC, que é manter estabilidade econômica e um sistema financeiro sólido e eficiente, foi cumprido na sua plenitude. Considero que minha missão como autoridade monetária está cumprida". Durante o discurso, Meirelles, que foi o presidente que mais tempo permaneceu à frente do BC, lembrou a trajetória econômica brasileira e comemorou a estabilidade do atual cenário. O ex-presidente da autoridade econômica agradeceu ao ex-presidente Lula pela indicação ao cargo, aos presentes e à família. Estavam presentes: o presidente do Banco Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), Luciano Coutinho, presidente da Caixa Federal, Maria Fernanda Coelho, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, deputados, senadores, ex-presidentes e ex-diretores do Banco Central. Fonte: Jornal do Brasil
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