Postado por PMorales no 26 de março de 2010
A economia do Brasil crescerá segundo consenso de mercado um 5,5% este ano, liderada por uma suba do 8,79% no nível de produção. Em 2011 o faria numa taxa menor, de um 4,5%, se expandindo os níveis de produção um 5,0%.

Outras estimações privadas projetam uma taxa de crescimento de 5,0% para 2010 e 3,9% para 2011, entanto que a produção industrial o fará em 3,6% e 5,2% respectivamente.
Por outra parte, se espera que a taxa de inflação anual, poderá se colocar em 2010 levemente por cima da meta do governo, aproximadamente um 5,1%, entanto que para 2011 a mesma se colocara em 4,7%.
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Publicado em: 26 de março de 2010
Categorias: Selic, taxa referencial, Tendencias de mercado, TR - Taxa Referencial, TR taxa 2009, TR taxa 2010, TR taxa 2011
Etiquetas: Tags:economía brasil, Inflação, preço do dolar, Selic, taxa referencial de juros brasil, tr brasil
Postado por PMorales no 5 de março de 2010
As moedas de América Latina vêm consolidando a sua tendência em posição a sua valorização, empolgadas pela maior liquidez do mercado internacional, as baixas taxas de juros em nações emergentes e o bom impacto e desempenho econômico nos investidores.
Os analistas coincidem em que ate que se mantenham os fundamentos para que o dólar de estados unidos continue a se depreciar, as moedas continuaram fortes, refletindo suas fortes posições externas.
A tendência continua a sinalar que as moedas vão continuar fortes, se não se apresentar eventos particulares, que deveriam ser bastante negativos, para afetar o global dos paises da região.
AS únicas fontes de risco potencial, seriam os dados das vendas varejistas dos estados unidos, e alguma decisão negativa da Alemanha, ou da União Européia no que diz respeito a difícil situação da Grécia
O real brasileiro, moeda de referencia para a região, acabou a semana passada avançando um 0,33% cotando aos 1,784 / 1,786 reais por dólar, causa do bom ambiente reinante nos mercados externos.
O mercado cambiário brasileiro vai continuar a vigiar o cenári
o internacional, principalmente o desenvolvimento da crise fiscal da Grécia, enquanto espertos aguardam que as ofertas de ações de empresas locais de Brasil, atraíam centos de milhões de dólares ao mercado local.
América Latina, não tem visto uma baixa nos fluxos de inversão estrangeira direta e de portfolio nem no grau de endividamento externo, devido a que pasou quase sem se sentir a crise global, e que sua estratégia para enfrenta-lo foi sólida, apoiada nos altos preços das matérias primas.
O barril de peróleo fechou por cima dos 82 dolares, e se constituiu no principal soporte de qualquer moeda emergente.
Num informe recente, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) destacou que a pesar que as remessas dos trabalhadores caíram um 15% em 2009, nos últimos dois meses começaram a mostrar signos de estabilidade, o que fez prever que este ano, teriam até o final tendência alçista.
Países exportadores de matérias primas, como Colômbia, Brasil, Peru y Chile, aumentaram fortemente suas exportações em janeiro deste ano, devido as maiores ventas de petróleo, metais, e grãos entre outros.
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