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Postado por MGonzalez no 14 de outubro de 2011
O Banco Central (BC) deve fazer cinco cortes de 0,5 ponto porcentual e baixar a taxa básica de juros, a Selic, para 9,5%”, projetou o vice-presidente de Controle de Riscos e Financeiro do Itaú Unibanco Holdings, Sérgio Werlang, que foi responsável pela implantação do regime
de metas de inflação quando diretor do BC na gestão de Armínio Fraga.
Werlang lembrou que o BC, comandado por Alexandre Tombini, têm citado a perspectiva de baixo crescimento mundial como fator para contenção da inflação.
“Acho que o cenário do BC é bastante realista”, disse Werlang. “Mesmo se a Europa resolver logo sua situação terá crescimento lento por dois ou três anos. E se não houver uma solução rápida, o cenário pode piorar bastante”.
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Postado por MGonzalez no 13 de outubro de 2011
A curva a termo de juros futuros passou por uma inclinação no pregão de hoje, com as taxas curtas perto da estabilidade e acúmulo de prêmios nos vencimentos longos. Para operadores, esse movimento ocorre devido à percepção de que as autoridades europeias estão próximas de uma solução que minimize a crise de dívida e bancária da região, enquanto o corte de pelo menos 0,50 ponto porcentual da Selic no próximo encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) já está contratado, o que diminui o espaço para oscilações mais fortes nos DIs curtos. Prova disso é que a queda de 0,53% do IBC-Br de agosto ante julho não impôs pressão de baixa nesses vencimentos.
Assim, ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2013 (299.925 contratos) estava em 10,45%, de 10,46% no ajuste, enquanto o DI janeiro de 2014, com giro de 131.860 contratos, subia a 10,74%, de 10,70%. Entre os longos, o car insurance quotes DI janeiro de 2017 (26.150 contratos) avançava para 11,19%, de 11,12% no ajuste de terça-feira, e o DI janeiro de 2021 (2.925 contratos) indicava 11,21%, de 11,14% no ajuste.
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Postado por MGonzalez no 12 de outubro de 2011
A queda da taxa Selic, que indica os juros básicos da economia, não está se refletindo em juros menores para os tomadores finais de empréstimos e financiamentos.

Esse movimento contraditório está sendo impulsionado pelo spread bancário (diferença entre as taxas que as instituições financeiras pagam para captar recursos e as que cobram do cliente final) que está no nível mais alto em dois anos, de acordo com o Banco Central (BC).
Em agosto, segundo os dados mais recentes divulgados pelo BC, o spread atingiu 27,8% ao ano, percentual mais alto desde maio de 2009. Se for considerado apenas o crédito para as pessoas físicas, a diferença entre os juros de captação e aplicação correspondeu a 34,4% ao ano, maior nível desde julho de 2009. Em relação aos empréstimos para as empresas, o spread bateu recorde e alcançou 19% ao ano.
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Postado por MGonzalez no 11 de outubro de 2011
Em um cenário de desaceleração do ritmo de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e incertezas na economia mundial, a expectativa do mercado é de sucessiva queda na taxa básica de juros (Selic), até o patamar de 11% ao ano em 2011.
Diante deste cenário, o sistema bancário se antecipa e realiza reajustes em suas taxas para operações de crédito, com tendência de recuo em maior velocidade do que a Selic no segmento de pessoa física, apontam especialistas. Outro fator indicado para a queda do custo do crédito é a maior oferta com redução da demanda, o que eleva a competitividade entre as instituições financeiras.
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Postado por MGonzalez no 10 de outubro de 2011
Mesmo com o corte da taxa Selic, ainda assim os tomadores de crédito não estão experimentando redução na mesma proporção nos juros.
O Banco Central informa que o spread bancário está no nível mais alto em dois anos.spread é a diferença entre a taxa de juros cobrada a quem toma um empréstimo e a taxa de juros que remunera o investidor e que é destinada ao intermediário financeiro. (ou seja, é a diferença entre o que o banco paga ao investidor e o quanto o banco cobra do tomador).
Em agosto, segundo os dados mais atuais liberados pelo Banco Central, o spread atingiu 27,8% ao ano, percentual mais alto desde 2009.
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Postado por MGonzalez no 8 de outubro de 2011
O resultado de alta de 0,53% do IPCA em setembro, a maior para o mês em 8 anos, indica que deve ocorrer um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros do País, segundo análise de André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.
“Trabalhamos com 3 cortes de 50 pontos-base, fazendo a Selic chegar no início de 2012 em 10,50%”, diz Perfeito.
Para o resultado de setembro, o modelo da Gradual apontava inflação mais modesta, em 0,45%. “O vilão desta vez foram as passagens aéreas, que, segundo o instituto, representaram quase 17% da alta do IPCA este mês. Este impacto deve ser mitigado já em outubro, juntamente com outro grupo que andou estressando o índice, o da habitação”.
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Postado por MGonzalez no 7 de outubro de 2011
A redução da taxa básica de juros resultará em melhoria dos indicadores industriais, em um efeito cascata, ao melhorar a oferta de crédito com conseqüente impacto positivo na demanda das famílias, que vão consumir mais. A avaliação é do gerente executivo e economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Castelo Branco.
Segundo ele, é preciso ficar atento a dois sinais que vão interagir até o final do ano e que são importantes. “De um lado, o sinal positivo de expansão dado pela queda da taxa básica de juros e, por outro lado, a crise internacional, que gera incertezas e turbulências que podem impactar, principalmente, no comércio exterior”, disse. Mesmo assim, para o economista, a expectativa é que haja uma melhora dos indicadores industriais no segundo semestre ante o primeiro semestre.
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